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Distante de Selma, Victório Galli pede voto a Leitão e o vincula a Bolsonaro; Vídeo

Da Redação - Carlos Gustavo Dorileo

01 Out 2018 - 17:50

Foto: Reprodução

Distante de Selma, Victório Galli pede voto a Leitão e o vincula a Bolsonaro;  Vídeo
Alheio à rixa envolvendo a juíza aposentada Selma Arruda (PSL) e Nilson Leitão (PSDB) até então, o deputado federal Victório Galli, presidente do PSL no Estado trocou elogios com o tucano e manifestou apoio a sua candidatura, além de vincular sua atuação política com a do candidato a presidência da República Jair Bolsonaro (PSL). A manifestação de apoio está em um vídeo que circulas pelas redes sociais.

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Presidente do PSL em Mato Grosso desde o primeiro semestre deste ano, por exigência do próprio candidato a presidência Jair Bolsonaro, Galli esteve presente no anúncio da candidatura da juíza aposentada Selma Arruda e foi um dos responsáveis pela articulação da coligação de seu partido com o PSDB de Nilson Leitão e de Pedro Taques.

O deputado no entanto, não ficou contente com a decisão isolada de Selma Arruda de romper com a chapa de Taques e seguir o resto da campanha de forma independente. Desde então, o parlamentar tem evitando aparições públicas com a magistrada aposentada e ficou mais próximo de Leitão, tentando o deixar inclusive mais próximo de Jair Bolsonaro, estratégia explorada por Arruda, que se apresenta como a 'senadora de Bolsonaro' desde que abandonou a chapa.

“É bom lembrar que Bolsonaro teve a porta aberta no setor produtivo à nível de Brasil através do Nilson Leitão, que foi presidente da Frente Parlamentar da Agricultura. Bolsonaro ouviu os produtores e foi o Nilson Leitão que entregou as prioridades na mão do mito... Portanto não esqueças, no dia 7 de outubro é 17 neles, e meu senador é 456”, disse Galli no vídeo.  

Disputando uma vaga para o Senado, Selma e Leitão, desde o início da coligação demonstraram que não estavam confortáveis. A rixa se agravou após a magistrada, em um vídeo ao vivo publicado em sua página no Facebook, dizer aos seus seguidores que não eram obrigados a votarem nos companheiros de chapa, contando que votassem nela.

O desentendimento acabou ficando insustentável após os candidatos não entrarem em um acordo na distribuição do tempo de TV. Faltando poucos dias para a eleição, a briga entre ambos parece não ter fim, com diversas acusações, ações na justiça e troca de farpas através da imprensa.

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