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Segunda-feira, 23 de setembro de 2019

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Reitores da UFMT e IFMT se reúnem com deputados federais para tentar reverter bloqueio de 30%

Da Redação - Carlos Gustavo Dorileo

13 Mai 2019 - 16:17

Foto: Reprodução

Reitores da UFMT e IFMT se reúnem com deputados federais para tentar reverter bloqueio de 30%
Os professores Miryan Serra e Willian de Paula, reitores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), se reuniram com deputados federais para discutir sobre o contingenciamento de 30% das universidades e institutos federais anunciado pelo Governo Federal na semana passada.

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Participaram da reunião os deputados federais, Rosa Neide (PT), Valtenir Pereira (MDB), Emanuel Pinheiro Neto (PDT) e o deputado estadual Valdir Barranco (PT), vice-presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa.

Um representante do deputado federal Neri Geller também esteve no encontro.

Coordenadora da Frente Parlamentar em Defesa da Escola Pública e em Respeito ao Profissional da Educação, a deputada federal Rosa Neide explicou que houve um diálogo para reverter o bloqueio de 30% das instituições.

“Dialogamos sobre as estratégias para reverter o corte de 30%, feito pelo governo Bolsonaro no orçamento das Universidades Federais e Institutos Federais”, disse a parlamentar.

Nas últimas semanas, reitores de universidades e institutos federais de todo o Brasil foram surpreendidos pelo anúncio de um ‘corte’ de 30% dos recursos para o ano de 2019. Em entrevistas a imprensa, o ministro da Educação, Abraham Weintraub chegou a declaram que o corte seria feito por conta de ‘balbúrdias’ praticadas nas instituições.

Em nota, a reitora da UFMT expôs que a instituição perderá cerca de R$ 34 milhões com o bloqueio. Já o IFMT calculou que terá uma perda de R$ 31 milhões em seu orçamento.

Em participação de sessão no Senado, na semana passada o comandante do MEC explicou que não existe corte e que o anúncio foi de um contingenciamento para ajudar a equilibrar as contas do país, enquanto a reforma da previdência não é aprovada.

O ministro também afirmou que está disposto a receber os reitores em Brasília (DF) para discutir sobre o assunto e que pode os levar inclusive para conversar diretamente com o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL).

9 comentários

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  • BOLSONARO 2022
    14 Mai 2019 às 09:56

    SE TIVESSEM PRESTADO CONTA DOS GASTOS E INVESTIDO O DINHEIRO DE FORMA CORRETA, NÃO ESTARIAM AGORA COM ESSE MIMIMI TODO......AS TORNEIRAS SECARAM E O DESMAME É MAIS OU MENOS ASSIM NO COMEÇO!!!

  • AVANÇA LOGO MT
    14 Mai 2019 às 08:13

    COLOCA OS RICOS PARA PAGAREM SEUS ESTUDOS E DEIXEM AS VAGAS PARA QUEM NÃO TEM CONDIÇÕES DE PAGAR TA OK

  • Aderbal Siqueira
    14 Mai 2019 às 00:33

    Nunca vi país de primeiro mundo diminuindo recurso de educação. Mas o terceiro mundo tem dessas.

  • Ademir
    13 Mai 2019 às 21:02

    Deveriam sim criar CPI logo da Educação e colocar reitores na jaula junto ao molusco presidiário que afundou o Brasil, e que muitos destes reitores e professores bem investigados desviaram e muito da Educação, e além de ideológicos, onde estavam quando a ex-presidente Dilma cortou e não contingenciou bilhões da Educação em 2015. Aceitem que dói menos, vamos mudar o Brasil e colocar este lixo da esquerda para trabalhar sem dinheiro público roubado a décadas e feito uma quadrilha como estes reitores .

  • Berenice Laundrey
    13 Mai 2019 às 18:26

    Acabou o PT. Bolsonaro está certo em cortar. Aceitem que dói menos.

  • MATÉRIA NÃO CONDIZ COM A VDD!!
    13 Mai 2019 às 17:32

    Trata-se de CONTINGENCIAMENTO de 30% nas verbas descricionárias, ou NÃO OBRIGATÓRIAS, aquelas são factíveis de redução de gastos. No orçamento total o CONTINGENCIAMENTO REPRESENTA O PERCENTUAL de 3,5%!!! Mais uma noticia desvirtuada e a serviço da DESINFORMAÇÃO do cidadão!!!

  • Zeca
    13 Mai 2019 às 17:21

    Seja o que for, isto é contingenciamento e não bloqueio. Mas imprensa insiste em usar jargão aos invés do correto!

  • Tiago Silva
    13 Mai 2019 às 17:20

    Esse ministro da educação está mais perdido que tudo, uma incompetência enorme. Primeiro fala que um exame custaria 500 mil, depois vem com 500 milhões Divulga que cortaria 30%, depois vem com bombons dizendo que é 3,5(faz conta errada ainda). Se não esta afim de trabalhar, de a vaga pra alguem que queira. Nem sabe o que esta assinando, uma marionete.

  • Edemilson Herculano Rodrigues
    13 Mai 2019 às 16:46

    Notícia plantada não são 30% e sim 3,5% mas não querem perder nem os 3,5%

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