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Quarta-feira, 18 de setembro de 2019

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Para evitar corte de energia na UFMT, reitora pede dinheiro para ministro da Educação

Da Redação - Fabiana Mendes

05 Jul 2019 - 10:28

Foto: Rogério Florentino Pereira/OD

Para evitar corte de energia na UFMT, reitora pede dinheiro para ministro da Educação
A reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), professora Myrian Serra, tem uma audiência nesta sexta-feira (5) com o ministro da Educação, Abraham Weintraub. O encontro, além de discutir as contas da instituição, tem como objetivo pedir dinheiro para o pagamento da energia elétrica que pode ser cortada hoje, conforme prazo dado pela Concessionária Energisa.

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A unidade sofre com o corte de orçamento desde 2014, quando houve a redução da verba de custeio, relacionada às obras e equipamentos do campus. No entanto, em março deste ano, o Governo Federal anunciou o bloqueio de 30% na educação superior, que representa R$ 34 milhões para a Universidade.
 
Em entrevista ao Olhar Direto, Myrian Serra adiantou que a UFMT poderia ficar sem os serviços básicos como água e luz, caso o bloqueio não fosse revisto em até 60 dias, situação que não aconteceu.
 
Em maio, Myrian chegou a participar de uma audiência em Brasília, com o ministro da Educação, para debater os impactos do corte no orçamento universitário e outras questões referentes à pasta. Na ocasião, estiveram presente a bancada de deputados federais e senadores de Mato Grosso, além de outros representantes de instituições públicas de ensino superior do estado.
 
No dia 28 de junho, a UFMT informou que foi notificada pela empresa Energisa quanto à possibilidade de interrupção na prestação de serviços por falta de pagamento, mas que, em negociações, conseguiu o adiamento do prazo para esta sexta-feira. Até o momento, sabe-se que a Instituição funciona normalmente. 
 
A UFMT oferece 113 cursos de graduação, sendo 108 presenciais e cinco na modalidade a distância (EaD), em 33 cidades mato-grossenses. São cinco Campus e 28 pólos de EaD. Na pós-graduação, são 66 programas de mestrado e doutorado. A instituição atende 25.435 mil estudantes, distribuídos em todas as regiões de Mato Grosso.

31 comentários

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  • Iramaio
    17 Jul 2019 às 14:32

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Ué, cadê os DOUTORES do Departamento de Física da UFMT? Cadê o "Gerador Atômico de Energia"? Cadê a verba investida em mais de 30 anos de "pesquisas" ultratecnológicas? Tem mais é que privatizar mesmo!

  • A REITORA É INEFICIENTE!
    16 Jul 2019 às 16:52

    MÁ GESTAO, SEM MAIS! contas de energia atrasadas desde 2018 e UFMT bancando até grupo de dança no exterior!!! É farra sim com o dinheiro publico e irresponsabilidade! Nao se trata de contingenciamento ja que as contas sao de 2018!!! Acordem pra vida esquerdistas militontos!

  • Robson
    10 Jul 2019 às 10:16

    Eu gostaria que alguém tirasse uma dúvida minha. Quanto é gasto de combustível e manutenção de ônibus da UF,e se é necessário o contribuinte bancar esses gastos para alguns alunos participarem de eventos da UNE,por exemplo,em outros estados.

  • Cuiabano
    06 Jul 2019 às 07:32

    UFMT está precisando de uma boa administração, coisa que a Reitora atual não está demonstrando com atos que demonstram uma má gestão, não conseguindo honrar com os compromissos. Governo Federal deveria fazer uma revisão em todas as contas da Universidade.

  • Osvaldina Araújo
    05 Jul 2019 às 17:59

    Basta cortar diárias e viagens desses professores que sobra. Essa universidade não faz falta nenhuma.

  • Mulher ma
    05 Jul 2019 às 17:54

    Noooosssa!!! E tanta pesquisa que a ufmt nao consegue pagar uma conta de energia? Me desculpa mas e muita irresponsabilidade dessa reitora. Nao e atoa que bolsonaro cortou os 30% do orcamento. Porque ele deve ter visto que ha um exagero de gastos em viagens que e pago pelo dinheiro do povo. Isso vcs nao reconhecem e nao falam ne.

  • Reginaldo
    05 Jul 2019 às 16:59

    É hilário mas até aqui tem o pessoal “organizado” pra dar positivo e negativo... Olha, tenho que dar o braço a torcer, parabéns pela “organização” só falta começar a remar pro lado certo, vcs vão perceber que a maioria do povo BR não está errado, que trabalhar tbem dá prazer e que ser da “resistência” é cafona pra dedéu...

  • Cristiane
    05 Jul 2019 às 16:24

    O que as pessoas não entendem e não procuram se informar é que as Universidades vem trabalhando com o orçamento reduzido desde a Pec95 ( teto dos gastos ) o que já havia acarretado contingencias, o governo Bolsonaro sem consulta alguma e com dois ministros despreparados para tratar de educação simplesmente barraram um montante indispensável para cobrir o básico dos gastos. A UFMT ATENDE MÉDIA DE 90 MIL CONSULTAS AMBULATORIAIS AO ANO, possui pesquisas premiadas no exterior, vincula cultura gratuita junto a Orquestra Sinfônica e o Coral UFMT, fora cursos de extensão.. tanta coisa favorável a comunidade, tão triste ver a intolerância e a ignorância latente. USEM A UFMT, VENHAM USUFRUIR DO QUE ELA PODE LHES OFERECER ! VAMOS LUTAR POR ESSE BEM IMATERIAL QUE NOSSO ESTADO POSSUI.

  • Oi?
    05 Jul 2019 às 15:29

    Pros de(sin)formados pelos 140 caracteres: o governo federal tem acesso a todos os gastos de todos os órgãos que são vinculados a ele por meio de sistema financeiro integrado. Nem um tostão no serviço público é gasto sem planejamento previamente realizado ou sem prestação de contas periódica via sistema, cujos dados são auditados por órgãos de controle que têm pleno acesso a toda informação. Só há problema quando esse planejamento é desrespeitado. Simples assim. É como disse aquele senhor: "A ignorância é uma tragédia."

  • Pamela
    05 Jul 2019 às 15:02

    Só ela parar de viajar...

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