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Terça-feira, 21 de janeiro de 2020

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Professores da UFMT aderem à Greve Nacional em Defesa da Educação

Da Redação - Fabiana Mendes

07 Ago 2019 - 15:20

Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

Professores da UFMT aderem à Greve Nacional em Defesa da Educação
Os professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) decidiram em assembléia geral extraordinária, realizada na última terça-feira (6), pela adesão à Greve Nacional em Defesa da Educação e contra a Reforma da Previdência proposta pelo Governo Federal. A mobilização acontece na próxima terça-feira (13), na Praça Alencastro, região central de Cuiabá, às 14 horas. 

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Além da paralisação de todas as atividades, os docentes aprovaram a realização de uma oficina de cartazes na praça em frente ao Restaurante Universitário (RU), a partir das 11h30. De lá, os manifestantes sairão em carreata até a Praça Alencastro, onde será o ato unificado. O sindicato disponibilizará ônibus aos interessados em participar.

Durante a análise de conjuntura, os docentes refletiram sobre os motivos que, conforme a Associação, levaram parte da sociedade a acreditar que direitos conquistados pelos trabalhadores ,apareçam, agora, como suposto privilégio.

Além disso, os professores demonstraram a leitura de que, com a imposição do Future-se, em breve os docentes também enfrentarão problemas como os que atingem os trabalhadores terceirizados da universidade: atrasos salariais, remunerações extremamente baixas e condições ainda mais precarizadas. Vale ressaltar que a proposta apresentada pelo Ministério da Educação prevê a contratação de professores via Organização Social (OS), e não mais concursos públicos.

Em maio, dois protestos aconteceram na Capital. Os manifestantes foram às ruas em protesto contra o contingenciamento de recursos anunciado pelo governo Bolsonaro na área da Educação. De acordo com o ministro da Educação, Abraham Weintraub, a redução de repasses atingirá 3,5% do orçamento total das instituições. O valor, no entanto, equivale a 30% dos recursos que as UFs e IFs têm para gastar com manutenção e investimento em pesquisas, por exemplo, visto que a maior parte do orçamento está toda comprometida e não pode ter destinação alterada.
 
Por conta do corte financeiro, no dia 16 de julho, a UFMT ficou sem energia elétrica por conta de seis faturas atrasadas, sendo quatro referentes a 2018 e duas a 2019. A concessionária de energia já havia notificado duas vezes a unidade quanto a possibilidade de corte caso não fossem pagas as contas em atraso. Após cerca de oito horas, a Concessionária Energisa restabeleceu a enérgia elétrica após pagamento de R$ 1,8 milhão.

42 comentários

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  • Zora
    09 Ago 2019 às 12:22

    Que vergonha desses comentários toscos. Falta ler e estudar mais minha gente. Mais de 140 caracteres hein? Bora! Não dói nada.

  • ester
    09 Ago 2019 às 09:10

    na minha casa com 2 ja corta essa nao sei pq deixou sem o corte e acumulou devia ter cortado pra tomarem providencia antes do rombo

  • Neco de Mimoso
    09 Ago 2019 às 08:45

    Desculpe, vces não fazem falta à sociedade, alias, ATRAPALHAM !

  • Ângelo
    08 Ago 2019 às 14:07

    Olha o nível do recalque nos comentários .... essa turma que não tem capacidade intelectual pra ocupar uma vaga numa instituição pública, gratuita e de qualidade como reconhecidamente é a ufmt são os mesmos que enxergam "ameaça comunista" em tudo, criticam os "excessos de direto" da população e aplaudem um chefe de estado que exalta torturador e se mostra um grande ignorante em relação ao reais problemas do Brasil .... vocês têm mais é que estudar nas unics unopar e ices da vida. Vocês estão dando tiro no próprio pé em nome de um anti esquerdismo infantil ... acordem enquanto é tempo, bolsonazzi veio pra exterminar os pobres e diminuir o poder de compra da classe média, não se iludam ... vocês sofrerão as consequências do desmonte da coisa pública na pele ... e aí não será mais possível colocar a culpa no pt ... é inacreditável ver um povo se colocando contra os profissionais da educação do seu próprio país ...

  • Vinicius
    08 Ago 2019 às 11:05

    Com estes comentários fica claro porque o capitão recebeu 70% dos votos nesse estado produtor de mazelas eco-sociais, "produtor" de commodities agrícolas envenenadas!!!! Este é um estado que vai pra frente!!! Caindo no precipício!!!!

  • Reginaldo
    08 Ago 2019 às 10:46

    Uns poucos baderneiros estão conseguindo sujar o nome de toda uma classe, aliás, a profissão mais bonita e existe... Muito Triste isso.

  • Asdrubow
    08 Ago 2019 às 08:36

    Sou professor da UFMT ....isso é uma MEIA VERDADE ...FOI UMA DECISÃO DE UMA MINORIA DE SINDICALIZADOS ... A MAIORIA DOS SINDICALIZADOS NEM FREQUENTAM AS REUNIÕES

  • OSCAR DE SOUZA
    08 Ago 2019 às 08:30

    Professor só pensa em fazer greve, se tivesse a mesma vontade de trabalhar, como tem para fazer greve, a UFMT seria a melhor Instituição de ensino do Brasil.

  • Pai dos burros
    08 Ago 2019 às 07:36

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  • Exorcista
    08 Ago 2019 às 06:50

    Tô indo trabalhar agora.. Vão fazer o mesmo bando de parasitas..

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