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Sexta-feira, 20 de setembro de 2019

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Quatro criminosos que se passaram por policiais e extorquiram advogado são presos

Da Redação - José Lucas Salvani

11 Set 2019 - 16:51

Foto: Reprodução/Assessoria

Quatro criminosos que se passaram por policiais e extorquiram advogado são presos
A Polícia Judiciária Civil (PJC), em trabalho realizado pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), prendeu Halker Cristian Rodrigues Sampaio, Yuri Ramirez Porto e Silva, Erlon Fávio de Campos Júnior e Kairo Rodrigues Pereira, que se passaram por policiais e extorquiram um advogado, que não teve seu nome divulgado. A prisão aconteceu na terça-feira (09).

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Para delegada Juliana Palhares, o grupo já teria atuado em outros crimes e Yuri seria responsável pelo fornecimento de armas. “Eles se passavam por policiais civis, e Halker já registrou dois boletins de ocorrência em que se passou por policial, registrando o extravio da sua carteira funcional e do porte de arma de fogo”, disse.

As investigações tiveram início após uma denúncia feita na última quinta-feira (5). De acordo com a denúncia, um grupo de pessoas teriam se identificado como policiais do GCCO e rendido um advogado, mantendo-o em cárcere e realizando extorsão. O grupo teria continuado as ameaças e extorsões após o fato durante o último final de semana, até que a vítima procurou os policiais.

Os policiais conseguiram identificar um dos suspeitos, Halker, após checarem um hotel onde ele estaria hospedado desde o dia 6, mas que havia deixado o local sem pagar. Um dos criminosos, Yuri, chegou enquanto o GCCO estava no local e assumiu seu envolvimento com o grupo.

O suspeito também indicou onde Halker estava, em um outro hotel no bairro Araés. Chegando no estabelecimento, os policiais o encontraram junto dos outros dois suspeitos, Erlon e Kairo. Com eles, foi apreendido um simulacro de pistola, munições de calibre.38, além de uma porção de maconha.

Todos os suspeitos foram encaminhados para a polícia e Halker e Yuri foram reconhecidos como os autores da extorsão praticada contra o advogado. Interrogado, Yuri disse ser vigilante e informou aos policiais que possui armas de fogo na residência, sendo duas armas registradas, uma pistola calibre .380 e um revólver calibre .38.

Na residência do suspeito, os policiais localizaram uma arma de fogo artesanal, calibre 20 e munições do mesmo calibre, além de colete balístico e algemas.

Os quatro foram autuados por associação criminosa armada e crimes da Lei n.º 10.826/2003 (posse da munição  posse da arma artesanal), além da posse de droga para consumo pessoal e serão apresentados na Audiência de Custódia na tarde desta quarta-feira (11).

2 comentários

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  • SBP
    17 Set 2019 às 07:36

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  • Papo Reto
    17 Set 2019 às 07:29

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