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Terça-feira, 27 de outubro de 2020

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'Nome de Leitão é unanimidade dentro do PSDB', diz Avallone sobre eleição ao Senado

Da Redação - Carlos Gustavo Dorileo

12 Jan 2020 - 14:00

Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

'Nome de Leitão é unanimidade dentro do PSDB', diz Avallone sobre eleição ao Senado
Assim como aconteceu em 2018, o ex-deputado federal Nilson Leitão, será o candidato do PSDB na eleição suplementar para ocupar a vaga da senadora cassada Selma Arruda (PODE), que deve acontecer até o mês de abril deste ano. A informação foi confirmada pelo vice-presidente do partido, deputado estadual Carlos Avallone.

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De acordo com Avallone, o nome de Leitão foi definido de forma unânime pelo partido, pela sua experiência no Congresso Nacional e por ele ter disputado a eleição em 2018, quando conseguiu mais de 330 mil votos.

“Fizemos uma reunião, o ex-deputado Nilson Leitão colocou o nome dele à disposição, queria entender se o partido queria que ele fosse o nome para esta disputa. Havia a intensão para dois outros concorrentes, um deles era do prefeito de Cáceres e o outro um vereador de Rondonópolis. Mas todos entenderam que era normal que ele tivesse a oportunidade de colocar seu nome novamente com esta cassação da senadora Selma. Dentro do PSDB já existe uma unanimidade da candidatura do ex-deputado Nilson Leitão”, disse o tucano em entrevista ao programa Resumo do Dia, da TV Brasil Oeste (TBO).

Leitão, que já foi prefeito de Sinop e deputado federal no período de 2015 à 2018, além de contar com o apoio do partido no Estado, também já tem o aval do presidente nacional do partido Bruno Araújo, assim como do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso.

A eleição suplementar que tem a previsão de ser disputada no mês de abril, deve ter a data confirmada durante sessão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) agendada para o dia 22 de fevereiro.

O TRE também aguarda a oficialização do desligamento de Selma Arruda, que deve ser feito pela Mesa Diretora do Senado somente no mês de fevereiro, quando termina o recesso parlamentar.

A senadora Selma Arruda foi cassada pelo TRE e não conseguiu reverter a condenação pelas infrações de caixa 2 e abuso de poder econômico em sua campanha no Tribunal Superior Eleitoral, que pediu para sua imediata saída do cargo no mês de dezembro.

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