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Governo Federal quer solução para VLT, diz ministro em reunião com Wellington Fagundes

Da Redação - Carlos Gustavo Dorileo

23 Jan 2020 - 17:54

Foto: Assessoria

Governo Federal quer solução para VLT, diz ministro em reunião com Wellington Fagundes
O ministro de Desenvolvimento Regional Gustavo Canuto, garantiu em reunião com o senador Wellington Fagundes (PL), que o Governo Federal tem interesse em dar uma solução rápida e adequada para as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que estão paralisadas desde 2014 e causam grandes transtornos aos moradores da Grande Cuiabá.

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O encontro com o ministro aconteceu nesta quarta-feira (22), logo após reunião do senador com o secretário Nacional de Mobilidade Urbana, José Carlos Medaglia, cuja pasta lidera um grupo de trabalho encarregado de elaborar estudo para subsidiar decisão sobre a retomada do empreendimento.

De acordo com o ministro, os contratos de financiamento do VLT se encontram ativos e disponíveis. São recursos contratados junto a Caixa Econômica Federal e BNDES e cuja utilização vai depender da avaliação final sobre a obra. Criado pela Portaria nº 1674, o Grupo de Trabalho prepara relatórios de serviços, equipamentos e obras entregues, alternativas tecnológicas, gestão financeira, gestão de riscos e perspectiva jurídica.

Fagundes relatou ao ministro a situação do VLT e do que ele chama de 'ferida aberta' nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande. Segundo ele, é fundamental se encontrar uma solução, uma vez que existe um sentimento de desperdício de recursos muito grande por parte da população das duas cidades.

Para Canuto, o VLT representa muito dentro da política de desenvolvimento regional, já que permitirá que a Grande Cuiabá obtenha um grande salto de qualidade na sua plataforma de mobilidade urbana. Ele disse também que o Governo Federal tem todo o interesse em dar a melhor solução para esse empreendimento. O ministro confirmou ao senador que também participará da reunião do dia 10, que irá discutir detalhes dos estudos sobre o empreendimento, com a participação da Secretaria de Mobilidade Urbana e Governo do Estado, agendada pelo senador.

A obra do Veículo Leve sobre Trilhos foi projetada para ter uma extensão de 22 quilômetros, com dois itinerários. Segundo o projeto, o primeiro trecho ligaria o Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, até a Avenida Rubens de Mendonça, mais conhecida como Avenida do CPA, em Cuiabá. O segundo trecho sairia da Avenida Tenente Coronel Duarte até a região do Coxipó, também na capital. (Com assessoria)
 

6 comentários

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  • Luiz
    24 Jan 2020 às 12:22

    O problema hoje do VLT é o governador Mauro Mendes,ele é contra a obra e o modal,sempre defendeu os interesses de empresários do transporte de ônibus,quer o BRT e o trabalhador que se exploda!

  • Cznrabuck
    24 Jan 2020 às 11:17

    Primeiro tentem convencer o Sr. Mauro Mendes.

  • Jorge
    24 Jan 2020 às 09:34

    O importante é terminar à obra porque parada do que jeito que está fica mais caro para o bolso do contribuinte e não melhora à vida do trabalhador que precisa de um transporte público de qualidade!

  • Bainho
    24 Jan 2020 às 08:10

    O VLT era para estar operando em 2014 durante a Copa do Mundo né? Inclusive houve até propaganda no exterior fazendo constar nos mapas de Cuiabá e Várzea Grande este modal de transporte. Já se vão quase seis anos após a Copa, e até hoje nada!

  • joana
    23 Jan 2020 às 19:58

    sera que o VLT ainda é viavel? quanto vai custar ainda pra arrumar o que ja esta pronto e concluir? e depois como será mantido? moro na rota do VLT e energia aqui vive oscilando e depois vai piorar mais ainda? Porque não cobram dos pais/mães do VLT todo o dinheiro que foi desviado? que tal entregar os muitos apartamentos 1 por andar comprados com o dinheiro da corrupção e muitas outras coisas que serão vendidos e o valor revertido para a população?

  • AVANÇA MT
    23 Jan 2020 às 18:03

    ESSE VLT É UMA PIADA COM A CARA DO POBRE TRABALHADOR QUE VIVEM ESPREMIDOS NESSES ÔNIBUS VELHOS ,TANTO GASTO E CORRUPÇÃO PARA PAGARMOS CARO 03 VEZES MAIS