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Conselheiro afastado

Aos prantos, Antônio Joaquim chama Taques e Janot de bandidos

09 Mar 2020 - 15:06

Da Redação - Carlos Gustavo Dorileo / Do Local - Arthur Santos da Silva

Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

Aos prantos, Antônio Joaquim chama Taques e Janot de bandidos
Afastado por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) desde setembro de 2017, o conselheiro Antônio Joaquim chamou o ex-governador Pedro Taques (sem partido) e o ex-Procurador-geral da República Rodrigo Janot de bandidos por, segundo ele, atuarem juntos para não permitirem que ele participasse da eleição de 2018, ano em que pleiteava disputar pelo Governo do Estado.

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"Hoje, mais do que nunca, sei que sou vítima de uma trama sórdida e covarde, uma grande farsa, executada por dois bandidos, ex-procuradores do MPF, o então procurador-geral Rodrigo Janot e o senhor Pedro Taques, desencadeada com o único objetivo de impedir a minha presença no processo eleitoral de 2018".

A afirmação foi dada em coletiva de imprensa organizada pelo conselheiro afastado, no início da tarde desta segunda-feira (9). Delatado pelo ex-governador Silval Barbosa como um dos conselheiros que o extorquira com a cobrança de propina, para não atrapalhar no andamento das obras da Copa do Mundo, Antônio Joaquim disse que está pagando por uma pena antecipada.

Aos prantos, desde que começou a falar com a imprensa, o conselheiro afastado declarou que Taques e Janot atuaram juntos para ‘assassinarem sua reputação’ para que ele não entrasse na disputa pelo Governo em 2018.

“Reafirmo agora que os senhores Janot e Taques, assassino da minha reputação, operaram em conchavo, em conluio, para me impedir de ser candidato a governador, armando nessa monstruosa farse que se estende até hoje”, disse.

Antônio Joaquim, assim como os conselheiros Valter Albano, José Carlos Novelli, Waldir Júlio Teis e Sérgio Ricardo de Almeida foram afastados após denúncia do Ministério Público Federal (MPF) ser atendida pelo ministro do STF Luis Fux.

A denúncia apontava que os conselheiros exigiram propina de R$ 53 milhões do ex-governador Silval Barbosa para não prejudicarem o andamento das obras da Copa do Mundo em Mato Grosso.

O gabinete dos conselheiros no TCE chegaram a ser alvo de busca e apreensão da Polícia Federal na operação Malebolge.

Outro lado

O ex-governador Pedro Taques se manifestou da seguinte forma: "Na realidade, o senhor Antonio Joaquim, com a aposentadoria, queria fugir do Julgamento do STF, q não deixou ele se aposentar, depois da comunicação do Estado; a situação dele, nada tem a ver com a dos outros membros do TCE".
 
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