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Quarta-feira, 16 de junho de 2021

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fonte desafogadora do SUS

Hospital Municipal de Cuiabá atinge lotação de 100% em UTI’s

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Hospital Municipal de Cuiabá atinge lotação de 100% em UTI’s
O Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) Dr. Leony Palma de Carvalho atingiu 100% de sua capacidade de lotação nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Apenas nos meses de março, abril e maio foram 6.330 pessoas atendidas na urgência e emergência e 2.098 cirurgias realizadas de média e grande complexidade. Os dados dão conta que os atendimentos de pessoas residentes de outros municípios de Mato Grosso chegam a 60%.

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De acordo com a Prefeitura de Cuiabá, as ações de enfrentamento ao novo coronavírus fizeram com que o Hospital se tornasse a principal ‘fonte desafogadora’ do Sistema Único de Saúde (SUS) mato-grossense no atendimentos à outras doenças.

Segundo o diretor geral da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECS) que administra o HMC, Alexandre Beloto, a crescente se dá ao fato de a unidade está atuando em reforço à todas as medidas de enfrentamento a Covid-19, adotadas pelo prefeito.

“Dentro do plano de enfrentamento ao novo vírus, o prefeito Emanuel Pinheiro optou por deixar o HMC como suporte às outras enfermidades para que os infectados pela Covid-19, não tenha contato contado com outros doentes. Embora nossa demanda tenha aumentado consideravelmente, pois estamos recebendo um percentual altíssimo de não residentes de Cuiabá, estamos, com muito esforço e dificuldade, mantendo o mesmo padrão de acolhimento humanizado que é premissa da gestão atual à todos que buscam nossos atendimentos”, enfatizou Beloto.

Esse desempenho, segundo o secretário municipal de Saúde, Luiz Antonio Pôssas de Carvalho, aliado às frentes de trabalho adotadas no combate à pandemia, incluindo o isolamento social, foram os responsáveis pelo não colapso do sistema de saúde até então.

“Esse é o maior reflexo de que Cuiabá sozinha acolhe a maior parcela dos enfermos do estado inteiro. Não fosse essa organização do prefeito Emanuel Pinheiro, a Capital, que já está penalizadas por esses acréscimos intenso nos atendimentos, e está atuando com pouco ou quase zero de respaldo do governo estadual, o sistema de saúde já teria colapsado. Esses números mostram que todos os esforços da gestão estão dando certo e vidas estão sendo salvas, mas, mostram também, que o governo de Mato Grosso precisa olhar com mais carinho para a Saúde, pois sozinha, Cuiabá não dará conta de 141 municípios. Os esforços precisam ser conjuntos, para juntos, saímos dessa pandemia com o menor impacto possível”, finalizou Pôssas.
 

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