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Sábado, 26 de setembro de 2020

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Inteligência artificial se torna grande aliada no combate ao coronavírus

Da Redação - Bruna Bom

25 Jun 2020 - 15:16

Foto: Ilustração

Inteligência artificial se torna grande aliada no combate ao coronavírus
A pandemia do novo coronavírus tem causado inúmeros problemas e enormes desafios para toda sociedade. O uso de tecnologias baseadas em vídeos analíticos e câmeras térmicas tem sido crucial para auxiliar as ações contra o avanço da doença e a continuidade das operações em diversos setores da economia.

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Nos últimos meses a demanda por vídeos analíticos teve um crescimento expressivo, sendo que no primeiro momento as buscas se concentraram em soluções de reconhecimento facial, com objetivo de eliminar a necessidade de contato com os leitores. 

Logo depois, os principais fabricantes começaram a disponibilizar no mercado algoritmos para detecção de máscara e aglomeração. Mais recentemente, câmeras térmicas ganharam destaque pela capacidade de detectar simultaneamente a temperatura de várias pessoas, direcionando a aferição mais precisa apenas para indivíduos que apresentarem temperatura elevada.

Essas tecnologias potencializam consideravelmente a detecção precoce de comportamentos de risco, tornando os ambientes mais seguros para seus frequentadores, além de agilizar os processos de triagem que foram implantados pelas autoridades.

“O surgimento desses analíticos de vídeos só foi possível a partir da evolução dos algoritmos de visão computacional e inteligência artificial que permitiram um aprendizado constante e, por consequência, o aprimoramento dos índices de detecção, ou seja, com o passar do tempo o software aprende que as máscaras possuem tamanhos, formatos, texturas e cores diferentes e a partir desse aprendizado profundo, consegue inclusive saber se a máscara está sendo utilizada corretamente ou apenas pendurada no pescoço”, afirma o diretor da empresa de inteligência artificial Ausec, Wagner Figueiredo.

Segundo Figueiredo, essas tecnologias podem ser uma importante aliada para manter o distanciamento social e controlar a quantidade de pessoas que acessam um determinado estabelecimento, exigências essas previstas nos decretos publicados em diversos municípios do país, que definem o limite máximo de pessoas por metro quadrado para evitar aglomerações.

RISCOS

Na expectativa de aproveitar o aumento da demanda por essas tecnologias, muitos fabricantes têm lançado prematuramente produtos que não entregam o resultado prometido, colocando em risco a saúde das pessoas e a credibilidade dos estabelecimentos que tem investido para atender às novas exigências de biossegurança.

Também é possível observar o surgimento de produtos que não possibilitam incorporá-los dentro de uma solução, ou seja, superada a fase aguda da pandemia e posteriormente a erradicação do vírus a partir de uma vacina, tais dispositivos não poderão ser utilizados, diferentemente de equipamentos com arquitetura aberta, que poderão ser incorporados aos sistemas de circuito fechado de televisão já implantados.

Portanto, é recomendado que se procure o maior número de informações disponíveis no mercado sobre a solução que se pretende adquirir para não perder o investimento realizado. A Ausec tem apresentado soluções que atendem essas demandas a partir do uso de tecnologias submetidas a rigorosos testes de desempenho.

“Com a utilização desses algoritmos, o monitoramento pode ser feito por apenas uma pessoa, já que a própria tecnologia indica para o operador quando é detectado algo fora dos parâmetros recomendados. Precisamos trabalhar para minimizar os impactos da pandemia e evitar maiores prejuízos econômicos para os diversos setores que estão sofrendo os efeitos dessa crise sem precedente”, conclui Wagner Figueiredo.

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