Olhar Direto

Segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Notícias / Política MT

Misael confirma que Abílio não pediu afastamento mas diz que VI é “direito adquirido por lei”

Da Redação - Isabela Mercuri

18 Out 2020 - 14:30

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Misael confirma que Abílio não pediu afastamento mas diz que VI é “direito adquirido por lei”
O presidente da Câmara de Vereadores de Cuiabá, Misael Galvão (PTB), confirmou que não recebeu nenhum pedido de afastamento, nem de suspensão da verba indenizatória dos vereadores que são candidatos, mas afirmou que a VI é “um direito adquirido por lei”. Durante o debate da última quinta-feira (15), o candidato à prefeitura de Cuiabá Julier Sebastião (PT) acusou outro candidato, o vereador Abílio Junior (PODE), de utilizar a verba para pagar sua campanha.

Leia também:
Teté Bezerra lamenta fala de Janaína e lembra que Emanuel é da Executiva Nacional: tem cadeira cativa

Oficialmente, a ‘verba indenizatória’ é um valor ao qual os vereadores têm direito. Em Cuiabá, o valor é de R$18,6 mil. Em julho, Felipe Wellaton, vice na chapa de Abílio, abriu mão de sua VI durante toda a pandemia. O vereador Luís Claudio abriu mão da verba nos meses de abril e maio, e o vereador Orivaldo da Farmácia abriu mão do mês de abril.

“Ninguém pediu [afastamento] e eu não vou entrar nesse detalhe porque o vereador Abílio é vereador, está respaldado pelo mandato e a VI é um direito adquirido por lei pra ele. Então eu não vou entrar nesse debate”, afirmou Misael Galvão em entrevista na noite da última quinta-feira (15), no evento de lançamento do MDB Mulher.

O presidente da Câmara também afirmou que já orientou os vereadores para que não usem as sessões como palanque eleitoral. “Já protocolei em todos os gabinetes a orientação do Ministério Público, [para] não fazer da Câmara, das sessões, um palanque eleitoral. E a população também está de olho nesse sentido. Eu acho que a população está muito atenta, e acho que a população tem que ficar atenta, quem realmente queira usar para ter ganho político”, disse. “Agora, cada um faz aquilo que é da sua consciência. Mas estou ali para orientar, e a Câmara não vai ser usada como trampolim nem palanque eleitoral”, finalizou.

Comentários no Facebook

Sitevip Internet