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Domingo, 29 de novembro de 2020

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“MT seria um case de tragédia humanitária se não fosse Cuiabá”, diz Emanuel Pinheiro

da Redação - Isabela Mercuri

20 Out 2020 - 07:33

Foto: Assessoria

“MT seria um case de tragédia humanitária se não fosse Cuiabá”, diz Emanuel Pinheiro
O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) exaltou a própria administração em meio à pandemia do novo coronavírus (Covid-19) e criticou as ações do Governo do Estado na manhã de segunda-feira (19). Segundo ele, “Mato Grosso seria um case de tragédia humanitária se não fosse Cuiabá”.

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A fala foi feita durante entrevista ao programa “Hora Marcada”, na manhã desta sexta-feira (19). Para Emanuel, administrar a cidade durante a pandemia foi um desafio principalmente por conta da pressão social. “A sociedade querendo Kit-Covid e você não achava, quem tinha vendia a preços exorbitantes. Se você compra, você é ladrão, se você não compra, você é omisso. Então é muito difícil ser gestor nesse período. Nós não tivemos nenhuma operação, nenhuma busca e apreensão, não tivemos nada no período crítico da Covid”, declarou.

Alfinetando o Governo do Estado, o prefeito disse que preferiu não adquirir nenhum respirador no auge da crise, apesar da pressão, pois poderiam afirmar que ele estava roubando por conta dos altos preços praticados. “O governo do Estado adquiriu aqueles respiradores que dizem que são xing ling, sei lá, falsificados, para animais... falaram um monte de coisa. Vão ser questionados”, disse.

Para os novos leitos de UTI durante a pandemia, Emanuel conseguiu respiradores a partir de destinação feita pelo deputado federal Emanuel Pinheiro Neto (PTB), o ‘Emanuelzinho’, seu filho. Foram 40 respiradores e, com isso, a cidade chegou a 135 leitos de UTI. “Cuiabá até hoje carrega o estado nas costas salvando vidas e atendendo à população cuiabana e mato-grossense. Com isso eu pude evitar que mais Fake News e mais ataques viessem contra mim num período difícil da história da humanidade”.

Mesmo após ter passado o pico da pandemia, segundo o prefeito, ele ainda tem cerca de R$ 38 milhões em caixa, pois teme uma segunda onda da doença. “Mato Grosso seria um case de tragédia humanitária se não fosse Cuiabá segurando todos os munícipes, atendendo tanto nas enfermarias como nos leitos de UTIs os casos confirmados de Covid-19 e salvando vidas”, finalizou o prefeito.

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