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Sexta-feira, 04 de dezembro de 2020

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Leitão diz que Fávaro esconde aliança com o PT e ocupa cargo de forma ilegítima

da Redação - Isabela Mercuri

30 Out 2020 - 17:31

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Leitão diz que Fávaro esconde aliança com o PT e ocupa cargo de forma ilegítima
O ex-deputado federal e candidato ao Senado Nilson Leitão (PSDB) apontou diversas congruências entre o senador interino Carlos Fávaro (PSD), candidato à reeleição, e o Partido dos Trabalhadores. Segundo Leitão, Fávaro tenta esconder sua aliança com o partido, e, além disso, ocupa seu cargo “de forma ilegítima”.

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Dentre os pontos apontados por Leitão está a amizade de Gilberto Kassab, fundador e presidente do PSD – partido de Fávaro – com o ex-presidente Lula e a ex-presidente Dilma Rousseff, ambos do PT. Kassab apoiou a campanha de Carlos Fávaro ao Senado em 2018 e continua a fazê-lo em 2020. Leitão ainda apontou o fato de Fávaro contratar o ex-ministro de Rousseff, José Eduardo Cardozo, para cassar o mandato de Selma Arruda (na época, do PSL).

Nilson aponta o que ajudou a construir sua carreira política, porém reconhece que Carlos Fávaro só tem um lado na política, o dele. “Para isso, ele faz qualquer tipo de coisa, ele se envolve com qualquer tipo de gente, ele abandona qualquer um para não se sacrificar. Para tentar pegar o cargo, vimos ele contratando um advogado petista a peso de ouro. O único que importa, para ele, é ele mesmo. Eu conheço Carlos Fávaro e a ética não faz parte de seu vocabulário”, ressaltou o tucano.

Outro ponto em comum com os petistas levantado por Leitão foi o fato de a esposa de Ivan Guimarães, Márcia Zampiron, ter sido encontrada trabalhando como assessora no gabinete de Carlos Fávaro. Ela tinha sido alvo da Polícia Federal na "Operação E$quema S", e seu marido, conhecido como “Ivan, O Terrível”, manteve amizade com José Dirceu, Delúbio Soares, Patrus Ananias e Waldomiro Diniz. Ele também foi presidente do Banco Popular no governo Lula e membro da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Para o tucano, a pandemia de coronavírus também foi um dos responsáveis pela sobrevida política de Fávaro no Senado. “O cargo de Senador é um cargo que ele ocupa de forma ilegítima”, concluiu Leitão.

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