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Emanuel diz que continuará na advocacia se não for reeleito e alfineta: “não sou fantasma”

Da Redação - Wesley Santiago

28 Nov 2020 - 08:00

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Emanuel diz que continuará na advocacia se não for reeleito e alfineta: “não sou fantasma”
O prefeito de Cuiabá e candidato à reeleição, Emanuel Pinheiro (MDB), afirmou que, caso não saia vitorioso no pleito do próximo domingo (29), continuará exercendo a advocacia e a profissão de professor universitário. Além disto, ele ainda pontuou que intenção seria ter 21 mulheres no comando das suas secretarias.

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“Sou advogado, não sou fantasma, não tenho emprego baseado na mamata, nepotismo cruzado. Sou professor universitário, vou continuar a minha vida (se não for eleito)”, explicou o prefeito, que – apesar disto – diz estar confiante na sua vitória.
 
Emanuel ainda aproveitou para falar da presença de mulheres no seu staff. “Se depender de mim, o tanto que gosto de trabalhar com as mulheres, sobem para 21 secretárias. A mulher divide com o homem o mesmo espaço, é mais competente que os homens em determinadas áreas. Quero até ter mais mulheres que homens no secretariado”.
 
Debate
 
O atual prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) e o vereador Abílio Júnior (PODE) protagonizaram um debate que deve entrar para a história da disputa pelo Palácio Alencastro como um dos mais agressivos e violentos. Os dois candidatos trocaram ofensas e solicitaram direito de resposta por inúmeras vezes.

Na troca de adjetivos e ofensas, os dois chegaram a engatar um bate-boca que seguiu fora do ar, com a produção cortando os microfones e filmando o mediador, jornalista Antônio Carlos, que teve dificuldades para interromper a discussão.
 
O debate teve cinco blocos e a troca de ataques se sobrepôs ao confronto de propostas em muitos momentos. Abílio chamou Emanuel de corrupto e se referia a ele como “paletó” por diversas vezes. Na guerra psicológica para desestabilizar o adversário, o emedebista também fez ataques pesados, chegando chamar o opositor de “lixo” e “pai da mentira”, bem como “fantasma”.

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