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refez o pedido

Emanuel não abre mão da Ilha da Banana e diz que se Mauro tiver projeto para o distrito, que efetive

08 Dez 2020 - 08:05

da Redação - Isabela Mercuri / Max Aguiar

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Emanuel não abre mão da Ilha da Banana e diz que se Mauro tiver projeto para o distrito, que efetive
Após o governador Mauro Mendes (DEM) ter afirmado que ‘se o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) tivesse R$ 45 milhões em caixa’ ele transferiria a gestão do Distrito Industrial e da Ilha da Banana para o município, o prefeito reeleito revidou dizendo que se o Governo tem o projeto pronto e o dinheiro, “que efetive”. A fala, no entanto, diz respeito somente ao Distrito Industrial, já que da Ilha da Banana o prefeito parece não abrir mão: “é de interesse eminentemente do município”, afirmou.

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Emanuel afirmou que seu objetivo é dar “um boom” de desenvolvimento e ocupação no Distrito Industrial, com a potencialização da atração de novas empesas e indústrias, inclusive utilizando áreas que são do município.
 
“Cuiabá e Cáceres são os dois únicos municípios do Estado em que a gestão do seu parque industrial é do estado, não é do município. Todos os demais são do município. Então eu acho que o município tem um interesse maior, e uma agilidade maior para fazer com que a gestão do distrito melhore, em termos de estrutura e de infraestrutura e de prestação de serviços públicos”, afirmou.
 
“Agora, se o Estado já tem isso, apresente para o município. O interesse é de todos nós. Se ele já tem isso, está com dinheiro em caixa, está com o projeto pronto, apresente para o município, para o município aprovar, ajudar no que puder e pode fazer, toque, não tem nenhum problema”.
 
Em relação à Ilha da Banana, no entanto, a conversa é outra. O prefeito reeleito tem planos, segundo ele, para o ‘triângulo histórico’, e seria essencial assumir também a gestão para a revitalização da Ilha.  “Eu já tenho um projeto pronto, foi doado inclusive pelo Consórcio VLT esse projeto, estou pronto para executar. Eu vou dar um toque da minha gestão, vai ser uma grande área de lazer, vamos valorizar muito aquela região, que é o largo do Rosário, eu estou entregando o Beco do Candeeiro, agora, eu chamo de triângulo histórico, porque Cuiabá começou ali”, explica.

Segundo o prefeito, a região é cara à cuiabania, à cultura e ao desenvolvimento da capital desde os primórdios e ele, como cuiabano, quer recuperá-la. O Beco do Candeeiro, obra que já começou, deve ser entregue entre dezembro e janeiro. O projeto para revitalização do Morro da Luz, já com a torre dos 300 anos, está pronto, e agora Emanuel vai em busca de linhas de financiamento.

“A outra área que fecha o triangulo histórico é a Ilha da Banana, o antigo largo do Rosário, onde temos um grande projeto de recuperação daquela área. Mesmo as casas que não podem ser demolidas, estão judicializadas, a gente respeitaria, mas recuperaria aqueles escombros, aquele ar de cidade arrasada, de terra abandonada, urbanizaria ou reurbanizaria aquela região e entregaria para a sociedade, devolvendo o charme e o glamour para o Largo do Rosário, interligado à Igreja São Benedito”, explica o prefeito reeleito.
 
“São áreas que dizem respeito à cuiabania e de interesse eminentemente municipal, local, interesse eminentemente local. Então eu quero pedir ao estado que entregue ao município a gestão da Ilha da Banana porque eu quero começar logo essa obra que é uma obra muito cara à cidadania e casa com as outras que eu estou fazendo e vou começar a fazer, não só no beco do Candeeiro, como no Morro da Luz”, finalizou.
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