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Viaduto da Beira Rio deve ser entregue “em dois ou três meses”, diz Vanderlúcio

Da Redação - Isabela Mercuri / Do local - Max Aguiar

12 Jan 2021 - 07:38

Foto: Reprodução

Viaduto da Beira Rio deve ser entregue “em dois ou três meses”, diz Vanderlúcio
O viaduto Murilo Domingos, localizado no entroncamento da Avenida Beira Rio, que dá acesso à ponte Sérgio Motta, deve ser entregue “em dois ou três meses”. Esta foi a previsão dada pelo novo presidente da Empresa Cuiabana de Limpeza Pública (Limpurb), Vanderlúcio Rodrigues (PP). Quando o projeto foi lançado, a previsão era para entrega em junho de 2020.

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“Na verdade, o cronograma atrasou porque... começou por causa dessa pandemia, uma mesma empresa que construiu o [viaduto da] Avenida das Torres e lá. Aí com essa questão da pandemia, questão de material atrasou o fornecimento de alguns materiais, nós centralizamos alguns funcionários, que também passaram pela doença... nós centralizamos tudo na Avenida das Torres, [mas] agora a equipe vai centralizar toda na Beira Rio”, garantiu ele, que foi secretário de Obras Públicas na última gestão de Emanuel Pinheiro (MDB), pasta assumida pelo vice-prefeito José Roberto Stopa neste segundo mandato.

O viaduto foi batizado de ‘Murilo Domingos’ em homenagem ao ex-deputado federal e ex-prefeito do município de Várzea Grande, que faleceu no mês de março de 2019. O projeto foi lançado no dia 25 de junho de 2019, no valor de R$ 13,9 milhões. Ela deveria ser realizada pelas empresas Lutufo Engenharia e Construções e Rivoli do Brasil Spa, com o prazo de execução em 360 dias.

O viaduto Das Torres, outra promessa da primeira gestão de Emanuel, foi entregue no último dia 22 de outubro. O da Beira Rio, no entanto, ficou “para trás”. No último dia 15 de dezembro, a Prefeitura de Cuiabá afirmou que a entrega ficaria para a primeira semana de janeiro de 2021 – o que não aconteceu.

Na época, o prefeito justificou que um problema de infiltração e outro em um dos pilares de sustentação, apresentado pelas empresas Lutufo Engenharia e Construções e Rivoli do Brasil Spa, responsáveis pela obra, eram os motivos para o adiamento da inauguração.

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