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Segunda-feira, 01 de março de 2021

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Emanuel evita criticar Bolsonaro e diz que ajuda foi essencial: “Prefiro olhar para os fatos e não para as palavras”

Da Redação - Isabela Mercuri / Do local - Airton Marques

24 Jan 2021 - 08:00

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Emanuel evita criticar Bolsonaro e diz que ajuda foi essencial: “Prefiro olhar para os fatos e não para as palavras”
O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) evitou criticar a postura do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em relação à sua postura diante da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Segundo o prefeito, sem a ajuda do Governo Federal não haveria condições de enfrentar a pandemia. “Prefiro olhar para os fatos e não para as palavras”, afirmou, durante lançamento da campanha de vacinação contra a Covid-19 ‘Vacina Cuiabá’ na última segunda-feira (18).

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“Prefiro olhar para os fatos e não para as palavras. Se não fosse o governo federal, não teríamos a menor condição de enfrentar a pandemia. Estados e municípios quebrariam. Só na compensação foi R$ 164 milhões para compensar as perdas tributarias que Cuiabá chegou a casa de 35%, além do apoio ao combate à Covid, que girou a R$ 100 milhões”, afirmou o emedebista.

“Não há uma coordenação do discurso do presidente com as atitudes do seu governo. Quando eu vejo o Ministério da Saúde assumindo a frente, adquirindo as vacinas, procurando os governadores e prefeitos, nos orientando, mostra que na pratica o governo afirma que a vacina é o caminho mais seguro”, completou.

Apesar de o prefeito ter afirmado que o Governo Federal assumiu a frente da compra de vacinas, o Ministério da Saúde só assinou a carta de intenção de compra da Coronavac – vacina que chegou a Mato Grosso nesta semana – depois que o governador de São Paulo, João Dória (PSDB), liderou e viabilizou as pesquisas feitas pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

Bolsonaro, inclusive, chegou a dizer que não compraria “a vacina chinesa de João Dória”, e apostou em adquirir duas milhões de doses do imunizante de Oxford/AstraZeneca, por meio de uma importação vinda da Índia, que já deveria ter chego ao Brasil, mas que, atualmente, está prevista para desembarcar somente em março.

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