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Segunda-feira, 08 de março de 2021

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“Hoje talvez possa ser desnecessário”, diz prefeito de VG a respeito de plebiscito sobre VLT e BRT

Da Redação - Vinicius Mendes

23 Fev 2021 - 14:01

Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

“Hoje talvez possa ser desnecessário”, diz prefeito de VG a respeito de plebiscito sobre VLT e BRT
O prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB), não vê necessidade na realização de um plebiscito para a escolha entre VLT e BRT em Cuiabá e Várzea Grande, diferente do que defende o prefeito da capital, Emanuel Pinheiro (MDB). No entanto, Kalil não se opõe, caso o Governo do Estado entenda que o plebiscito é necessário.
 
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O que o prefeito de Várzea Grande defende é uma solução rápida para a situação do modal. Ele afirma que a cidade vizinha à capital foi a maior prejudicada com as obras do VLT, pois teve muitas empresas fechadas na Avenida da FEB, onde passaria o modal, além de várias vidas que foram perdidas em acidentes nos canteiros de obras.
 
“Desde a época de campanha, quando me tornei candidato, eu sempre tive uma posição em relação ao VLT, eu sou favorável ao VLT, mas que o Governo tomasse a decisão, se o Governo entendesse que a substituição do modal iria atender a demanda das duas cidades, eu seria favorável, o que não pode é ficar da maneira que está, aquela cicatriz na cidade, vidas já foram ceifadas ali, e se um outro modal, o BRT, vier a atender à necessidade dos municípios eu sou favorável”, disse o prefeito.
 
Kalil viu como positiva a possibilidade de expansão do modal para outras regiões da cidade, além da Avenida da FEB. Com relação à disputa entre o prefeito Emanuel Pinheiro e o governador Mauro Mendes, sobre o modal, ele disse que prefere não se envolver.
 
“Quando eu tive a tratativa com o governador ele colocou que o BRT pode atender não só a avenida da FEB, mas também outras regiões como o centro da cidade, o Cristo Rei, então ele tem uma viabilidade. Aí essa relação entre Cuiabá e o Governo do Estado eu prefiro ficar neutro, até porque o que eu gostaria é que as obras começassem por Várzea Grande, que foi a maior prejudicada, empresas acabaram fechando, a gente perdeu muito recurso, tínhamos geração de renda e acabamos perdendo, e ficou aquela coisa feia na cidade”.
 
O chefe do Executivo de Várzea Grande ainda disse que não vê necessidade na realização de um plebiscito para a escolha entre VLT e BRT. Ele afirmou que irá seguir o que o Governo do Estado decidir.
 
“Houve uma tratativa lá atrás, por que não foi feito este plebiscito lá atrás? Então hoje talvez possa ser desnecessário, se retardar mais um pouco a obra. Precisa ser discutido, fazer audiências públicas, não sei, mas se o Governo entender que precisa do plebiscito que seja feito, se não, se eles têm como explicar à sociedade de uma maneira mais rápida e objetiva, que seja feito assim. O que não pode é permanecer da maneira que está”.
 
 
 

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