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“Não podemos aceitar que tenha qualquer trabalho político dentro de Secretaria”, diz Russi

Da Redação - Vinicius Mendes

25 Fev 2021 - 15:39

Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

“Não podemos aceitar que tenha qualquer trabalho político dentro de Secretaria”, diz Russi
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (PSB), conversou com o governador Mauro Mendes (DEM) e disse que os parlamentares estão alerta a qualquer indício de “politicagem” nos lançamentos de obras do Estado nos municípios. O fato de secretários deixarem de consultar e convidar os deputados gerou diversas queixas. Segundo Russi, o governador prometeu solucionar o problema.
 
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O secretário de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários, Silvano Amaral, é um dos que foi criticado por esta postura. Em seu partido, o MDB, surgiu também a discussão sobre a substituição de Silvano na Secretaria.
 
O governador Mauro Mendes se reuniu, na manhã desta quinta-feira (25), com alguns deputados e tratou sobre este assunto, entre outros. O presidente da ALMT, Max Russi, disse que as queixas dos deputados são legítimas.
 
“É legítimo por parte do deputado [...] nós não podemos aceitar que há dois anos da eleição tenha qualquer trabalho político dentro de qualquer Secretaria dentro do Estado. Isso é o que a lei fala, os deputados são vigilantes da lei, vão estar fiscalizando isso e não vão aceitar que isso venha a acontecer. Agora as ações do Governo, as entregas do Governo, o aceleramento destas ações, sem sombra de dúvidas são fundamentais e é isso que foi pontuado na reunião de hoje”.
 
Max Russi explicou que os parlamentares, por vezes, cobram (e são cobrados) por ações e obras nos municípios, e quando estas são realizadas pelo Estado eles sequer são comunicados. Segundo o presidente da AL, a solução deste problema já está bem encaminhada, já que o governador se comprometeu a reunir os secretários,
 
“O secretário muitas vezes acaba indo em regiões, em pautas, que são cobradas pelos deputados em todas as seções, todos os dias. O deputado acaba sendo para-choque, aquele que recebe a demanda, as cobranças, e muitas vezes não era comunicado”, disse.

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