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Emanuel classifica gestão de Mauro Mendes como fracassada e questiona classe política: 'não vão fazer nada?'

13 Mai 2021 - 11:50

Da Redação - Airton Marques / Do Local - Isabela Mercuri

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Emanuel classifica gestão de Mauro Mendes como fracassada e questiona classe política: 'não vão fazer nada?'
Fortalecendo a rixa com o governador Mauro Mendes (DEM), o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) tem insuflado a classe política a se rebelar contra o chefe do Executivo estadual. Com o objetivo de fortalecer o grupo político de oposição ao democrata nas eleições de 2022, o emedebista afirma que tem questionado qual o modelo de estado que as lideranças querem para Mato Grosso.

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Isso porque, na avaliação de Emanuel, Mauro representa uma administração fracassada e arrogante. “O mais importante a cada dia, tanto na classe política quanto nas ruas, a gente sente que esse modelo está cada vez mais isolado, fracassado. Um modelo que não disse ao que veio, um modelo para poucos. Vai morrer com uma fortuna que diz que tem na mão. Que não consegue aplicar um centavo em benefício da população, benefício dos mais humildes a não ser essas campanhas publicitárias de efeito e marketing”.
Vamos ver como a classe política vai reagir, mas tudo tem seu tempo, eu só quero levantar a conscientização e avaliação


Emanuel ressalta que a gestão Mauro não lhe agrada e que é clara oposição ao governador. “O que quero é discutir esse modelo, vocês acham que está bom? É unanime ninguém acha que está bom. Então vamos fazer alguma coisa? Acham que tem que ficar isso que está ai? Isolado, arrogante, frio, calculista, administrando para poucos, não gosta de pobre, despreza os mais humildes. Não olha pelos pequenos”.

“Vamos ver como a classe política vai reagir, mas tudo tem seu tempo, eu só quero levantar a conscientização e avaliação, o que eu ouço de todo mundo. Vamos conversar, agora se vai evoluir, se não vai, só com o tempo. Deixar 2022 para 2022”, completou.

É nesse tom que Emanuel busca pavimentar um caminho para disputar o governo em 2022, deixando o mandato na Prefeitura de Cuiabá pela metade. Apesar de não confirmar com todas as letras, afirma que tudo é possível. Nessa linha, seus principais aliados surgem como fomentadores do projeto, a exemplo do senador Wellington Fagundes (PL) e do presidente da Câmara de Cuiabá, Juca do Guaraná (MDB).
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