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Domingo, 25 de julho de 2021

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“Ele não era um bandido, não justifica nada disso”, diz pai de educador físico assassinado

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto / Reprodução

“Ele não era um bandido, não justifica nada disso”, diz pai de educador físico assassinado
O pai do educador físico Gean Faygner de Souza Santos, Giovani Dias, ainda aguarda respostas sobre o motivo de seu filho ter sido assassinado brutalmente. Giovani disse que seu filho tinha boa índole, frequentava a igreja e “nunca foi bandido”. Ele tem fé que a Justiça será feita em breve.
 
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Gean foi assassinado com cerca de sete disparos de arma de fogo nas costas, em uma rua no bairro Residencial Coxipó, em Cuiabá, na noite da última terça-feira (11). Ele estava em uma motocicleta e foi derrubado pelos bandidos. Segundo o pai de Gean, ainda não se sabe qual foi a motivação do crime.
 
“A gente espera que a polícia veja o celular dele e consiga as informações. Com certeza deve aparecer algo que dê uma linha de investigação. E tem o outro lado, as pessoas falam e falam, mas não podemos falar qual foi o motivo, não sabemos”, afirmou Giovani.
 
O pai disse que ouviu boatos de que seu filho teria se envolvido com uma mulher casada, porém ele desconhece este fato e afirmou que seu filho sempre foi um homem de boa índole. Ele afirmou que, mesmo que algo do tipo tivesse ocorrido, nada justificaria o homicídio.
 
“Pela história dele sabemos que é uma pessoa de boa índole, mas as pessoas falam, e se for isso também não justifica, porque ele não era um bandido, graças a Deus isso ele nunca foi, não fazia nada de errado, então se houve foi um erro besta, não justifica nada disso”, disse.
 
O pai e a mãe de Gean são divorciados, mas apesar de conviver mais com a mãe, Giovani disse que as visitas do filho eram frequentes e ele sempre era convidado por Gean para ir à igreja. O pai afirmou que também não tinha conhecimento sobre inimizades do filho. Ele disse que espera que a polícia descubra logo que foram os autores do crime, pois o que a família busca é Justiça.
 
“A vida dele não volta mais, eu creio que ele está em um bom lugar, foi um homem escolhido por Deus, mas na terra a Justiça vai acontecer, ele tinha tanta fé em Deus então isso eu sei que vai ser rápido. Parece que está lento, mas segunda-feira eu vou lá na delegacia porque quero ver, e sei que tem muita gente lutando por ele”, disse o pai.

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