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Quarta-feira, 25 de maio de 2022

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Senadores de MT já gastaram R$ 363,2 mil da cota parlamentar; R$ 101,7 mil com hospedagem e combustível

Foto: Agência Senado

Senadores de MT já gastaram R$ 363,2 mil da cota parlamentar; R$ 101,7 mil com hospedagem e combustível
Os três senadores de Mato Grosso já usaram 49,5% de toda a cota parlamentar que tiveram direito nestes sete meses de 2021. No total, gastaram juntos R$ 363.219,47 dos R$ 733.623,45 que poderiam requerer. Os dados são de quarta-feira (14), conforme levantamento do Olhar Direto no Portal Transparência do Senado.

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O senador Carlos Fávaro (PSD) foi quem mais gastou do "Cotão" neste período: R$ 175,6 mil. Seguido por Wellington Fagundes (PL), R$ 99,1 mil; e Jayme Campos (DEM), R$ 88,4 mil.

O valor total da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar dos Senadores (CEAPS) no Senado muda de acordo com o Estado de origem do congressista. A CEAPS é a soma da verba indenizatória, no valor de R$ 15 mil, mais o valor de cinco trechos aéreos entre Brasília (DF) e a capital do Estado, no caso dos mato-grossenses, o recurso é de R$ 34,9 mil mensal para cada.

O valor total dos parlamentares neste primeiro semestre representa mais de 87% do que utilizaram em todo o ano de 2020, quando as atividades parlamentares foram fortemente afetadas pela pandemia. No ano passado, o montante foi de R$ 415,4 mil.

Gastos com locomoção, hospedagem, alimentação e combustíveis é o principal item da lista de despesas dos senadores, chegando a R$ 101,7 mil até o momento. Nesse quesito, Fávaro também foi quem mais gastou, total de R$ 52,7 mil. Abril foi o mês com maior montante, chegando a R$ 26,6 mil.

Com passagens (aéreas, aquáticas e terrestres nacionais), os senadores declararam gastos de R$ 76,2 mil, sendo que Fávaro diz ter utilizado R$ 35,5 mil; Jayme, R$ 23,3 mil; e Wellington R$ 14,4 mil.








O trio ainda gastou R$ 50,3 mil com aluguel de imóveis para escritório político. Neste item, Fávaro declarou R$ 51,8 mil; Wellington, R$ 30 mil; e Jayme, R$ 5,4 mil.

A CEAPS ainda foi utilizada para ressarcir gastos com divulgação da atividade parlamentar (R$ 58,9 mil), aquisição de material de consumo (R$ 29,9 mil) e contratação de serviços de apoio (R$ 8,9 mil).
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