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FETHAB E AFINS

‘O que o Agro não aceitava era a gastança misteriosa com recursos dos impostos’, diz Pivetta ao destacar investimentos do governo

27 Jul 2021 - 10:37

Da Redação - Airton Marques / Do Local - Max Aguiar

Foto: Olhar Direto

‘O que o Agro não aceitava era a gastança misteriosa com recursos dos impostos’, diz Pivetta ao destacar investimentos do governo
O vice-governador Otaviano Pivetta (sem partido), que também é empresário do agronegócio, avalia que o setor não vê mais motivos para reclamar dos aumentos das taxas que o estado passou a cobrar no início do mandato, em 2019, quando instituiu o novo Fethab e passou a taxar o milho, além de aumentar a arrecadação sobre a soja e outros produtos.

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De acordo com Pivetta, os produtores tem consciência de que agora os recursos arrecados por meio de tributos estão sendo revertidos em ações importantes para o próprio setor. Antes, o dinheiro arrecado para o Fethab, por exemplo, acabava sendo usado em áreas sem qualquer relação com a infraestrutura.

“O agronegócio é formado pela elite empresarial de Mato Grosso. São produtores pequenos, médios e grandes, mas todos sabem fazer negócio. O que o agronegócio não aceitava era a gastança misteriosa que se fazia com recursos do Fethab e de outros impostos. Hoje, a sociedade em geral e também os empresários do agronegócio veem a transparecia que tem, estão vendo as obras em todo o estado, o que faz com que a ira causada pela cobrança de impostos diminua”, afirmou.

Entre as ações destacadas pelo vice-governador está a construção de pontes de bueiro metálico, vigas metálicas e aduelas de concreto de até 18 metros, substituindo as de madeira, além da construção de 62 pontes de concreto de médio e grande porte, totalizando 5 mil, e a compra de 175 equipamentos para manutenção das estradas, em parceria com os consórcios municipais e associações.

O vice-governador ainda defende que a cobrança de impostos sobre o setor ocorre pelo fato de o agronegócio ser um dos poucos setores que está em boa fase, prosperando. “O que não podemos é taxar o trabalhador, aumentar os impostos no consumo, por exemplo”.
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