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DEFESA DO VLT

'Empresário que zela pelo patrimônio não vai entrar numa guerra com o prefeito para construir BRT', alerta Emanuel

24 Set 2021 - 07:06

Da Redação - Airton Marques / Do Local - Max Aguiar

Foto: Rogério Florentino Pereira/ Olhar Direto

'Empresário que zela pelo patrimônio não vai entrar numa guerra com o prefeito para construir BRT', alerta Emanuel
Após ouvir do governador Mauro Mendes (DEM) que está fazendo “birra”, o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) voltou a bater o pé e garantir que não vai desistir tão fácil da luta contra a implantação do BRT no lugar do VLT. Em recado a grupos empresariais que tenham interesse em tocar a construção do modal, o emedebista pontuou eventuais riscos.

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“Um recado para as empresas que devem estar sendo convocadas para a licitação: a maioria do povo cuiabano não quer o BRT. Vocês não serão bem vindas se continuarem com a forçação de barra de implantar o BRT goela abaixo da população. O empresário que zela pelo seu patrimônio, não vai querer entrar numa guerra com o prefeito da Capital e a maioria da população cuiabana”, afirmou, nesta terça-feira (21).

O empresário que zela pelo seu patrimônio, não vai querer entrar numa guerra com o prefeito da Capital e a maioria da população cuiabana

Emanuel ainda pontuou que os empresários devem buscar o diálogo com a população de Cuiabá e Várzea Grande. Caso contrário, “irão sofrer” para implantar o BRT. “Vai ter que passar por cima de mim. Já estou avisado, seja lá quem for”.

Já em relação a “guerra jurídica” que prometeu desde que Mauro anunciou a decisão de abandonar o projeto do VLT, Emanuel disse que alguns pedidos feitos á Justiça foram atendidos e outros não. Mas, pontuou que a análise do mérito desses processos ainda não ocorreu.

“Uma das vitórias foi ele fazer o processo de consulta popular. Ele acabou não voltando o processo, montou um teatro como se estivesse fazendo uma consulta popular, que está sendo questionado. Vencemos em algumas e perdemos outras ações. Mas nenhuma delas teve o mérito decidido ainda, nem de forma administrativa (TCE, TCU E CGU), muito menos judicial (estadual e federal). Temos um longo caminho pela frente”, pontuou.
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