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Sábado, 23 de outubro de 2021

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Após acordo com São Paulo, Mato Grosso recebe 500 mil doses da CoronaVac por aquisição direta

Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

Após acordo com São Paulo, Mato Grosso recebe 500 mil doses da CoronaVac por aquisição direta
Os Governos de Mato Grosso, Ceará, Espírito Santo, Pará e Piauí, firmaram acordo com o Governo de São Paulo e irão receber, no total, 2,5 milhões de doses da vacina produzida pelo Instituto Butantan, a CoronaVac. Mato Grosso receberá 500 mil doses. A aquisição direta das vacinas é possível pois o contrato do Instituto Butantan com o Ministério da Saúde terminou e não foi renovado. Governadores presentes no evento de anúncio, realizado nesta quarta-feira (22), criticaram o Ministério da Saúde pela falta de vacinas.
 
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No início do evento o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), citou que o governador Mauro Mendes (DEM) não estava presente, mas justificou a ausência e se desculpou. Ele também lembrou que vem a Mato Grosso na sexta-feira (24) e deve se reunir com Mauro. Apesar da ausência do governador de Mato Grosso, ele garantiu que o Estado receberá doses produzidas pelo Butantan.
 
Doria ainda citou que a CoronaVac, produzida também pelo Butantan, foi a vacina mais aplicada no mundo e 100 milhões de doses dela, produzidas em São Paulo, foram entregues ao Plano Nacional de Imunização (PNI) e distribuídas para todos os Estados brasileiros. Ele lembrou que o contrato com o Ministério da Saúde foi cumprido e agora é possível a aquisição direta pelos outros estados.
 
O Estado de Mato Grosso, que estava representado pelo secretário de Saúde Gilberto Figueiredo, deverá receber 500 mil doses da CoronaVac. O cronograma de entrega ainda está sendo elaborado. O custo será o mesmo cobrado ao Ministério da Saúde, U$ 10,30 por dose.
 
Na ocasião o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), criticou o Ministério da Saúde, e o PNI, pela defasagem de vacinas em vários Estados, e também por não ter visto um movimento de compra de mais vacinas. Segundo ele, os governadores fizeram várias tentativas de compra de vacinas, como no caso da vacina russa Sputnik, que Mato Grosso também teve interesse, mas sempre foram barrados. Ele comemorou a possibilidade de aquisição direta, mas disse que continuará cobrando o PNI para a manutenção do contrato com o Butantan.
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