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Domingo, 28 de novembro de 2021

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DE OLHO NA REELEIÇÃO

Aécio diz só concordar com fusão entre PSL e DEM caso seja benéfica a Bolsonaro

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Aécio diz só concordar com fusão entre PSL e DEM caso seja benéfica a Bolsonaro
Dirigente do PSL, o chefe do Escritório de Representação de Mato Grosso em Brasília, Aécio Rodrigues, afirmou que só irá concordar com a fusão do partido com o DEM, caso a nova legenda seja benéfica ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

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De acordo com Aécio, eleger Bolsonaro é a prioridade Do PSL em Mato Grosso e por consequência deve ser também prioridade para as duas siglas. "Eu acredito que esta fusão pode ter uma articulação do Presidente”.
Aécio ainda avaliou que a junção das duas siglas será algo que pode beneficiar o presidente, devido ao grande tempo de televisão e fundo partidário que o super partido poderá ter.

O PSL foi a legenda pela qual o presidente Jair Bolsonaro se elegeu em 2018. O capitão da reserva deixou o PSL em 2019, após disputas pelo controle do partido com o presidente nacional, o deputado federal Luciano Bivar (PE).

A união é dita como vantajosa para o DEM por causa do aumento do fundo partidário e eleitoral. Para o PSL, os principais atrativos são a capilaridade regional e estrutura que a outra legenda pode oferecer.

Atualmente, o PSL tem 53 deputados e uma senadora. O DEM conta com 28 deputados e seis senadores, incluindo Jayme Campos e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

Caso a fusão se concretize, na largada, o partido terá quatro governadores: Mauro Mendes e Ronaldo Caiado (Goiás), hoje no DEM, Mauro Carlese (Tocantins) e Coronel Marcos Rocha (Rondônia), do PSL.

Já na Assembleia Legislativa a nova legenda pode ter a maior bancada, com seis nomes: Eduardo Botelho e Dilmar Dal Bosco, do DEM, e Delegado Claudinei, Gilberto Cattani, Elizeu Nascimento e Ulysses Moraes, do PSL.

Na terça-feira (21), Mauro, Jayme e o presidente regional do DEM, Fabio Garcia, participaram da reunião da cúpula do partido e aprovaram a realização de uma convenção nacional em outubro, para aprovar a fusão. Os membros da sigla defendem que, em Mato Grosso, o partido a ser formado seja comandado pelo grupo democrata.
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