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Ministro afirma que governo está há mil dias sem corrupção e critica obras paradas na Educação

30 Set 2021 - 18:22

Da Redação - Airton Marques / Do Local - Max Aguiar

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Ministro afirma que governo está há mil dias sem corrupção e critica obras paradas na Educação
Em visita a Mato Grosso, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, mostrou estar bastante alinhado com o discurso do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Ao discursar no evento que marcou a retomadas das obras do IFMT de Várzea Grande, nesta quinta-feira (30), o pastor presbiteriano afirmou que não sairá rico do MEC e que o governo federal está há mil dias sem casos de corrupção.

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“Gente que enriquece na política é corrupto. Não tem como ficar rico na política, é um serviço. Entro 7h30 e saio 21h e não acaba o serviço. Não digo que meu salário é ruim, mas, seguramente, eu tinha muito melhor provento fora do MEC. Estou ali para servir minha Nação. Esse é um ponto de honra do governo Jair Messias Bolsonaro. Nesses mil dias de Governo Bolsonaro não temos um ministro preso ou com CPI por corrupção. Podem falar o que quiser, mas isso eles não vão falar nunca da nossa equipe”, declarou.

Ribeiro ainda criticou a existência de obras paradas, como a do IFMT no bairro Chapéu do Sol, que ficou suspensa por cinco anos. De acordo com o ministro, fatos como este representam um desrespeito com o dinheiro público. Além disso, destacou que no tempo em que está no cargo, um ano e três meses, 1.520 obras das 4 mil paralisadas foram concluídas.

“Problema da Educação não é dinheiro, é gestão. Nós tínhamos num passado não muito remoto muito dinheiro, será que eles fizeram um projeto e planejamento no passado para deixar essa obra parada por cinco anos? Não, na hora da gestão é que aconteceram os grandes problemas”, disse.

Por fim, seguindo a linha de Bolsonaro, o ministro atacou os governos petitas, de Lula e Dilma Rousseff, e questionou empréstimos realizados a Venezuela e Cuba, por meio do BNDES.

“Venezuela e Cuba devem pro Brasil R$ 3,5 bilhões. Os governos do PT emprestaram pra fora do Brasil R$ 10,2 bilhões. Imagine R$ 3,5 bilhões em educação. Hoje não temos mais essa agenda de emprestar dinheiro para verdadeiras ditaduras. Não aguentamos mais corrupção”, pontuou.

A construção do IFMT de Várzea Grande teve início em 2013, mas não avançou por problemas com a empreiteira e corte no orçamento federal destinado à Educação. Orçado inicialmente em R$ 8 milhões, o compus custará R$ 16 milhões para ser concluído, o que só deve ocorrer daqui três anos.
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