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Sábado, 04 de dezembro de 2021

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Associação consegue psiquiatra para tratar jornalista detida duas vezes na Praça Popular

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Associação consegue psiquiatra para tratar jornalista detida duas vezes na Praça Popular
O presidente da Associação de Cabos e Soldados de Mato Grosso, Laudicério Aguiar Machado informou que conseguiu tratamento psiquiátrico para a jornalista e servidora pública Nildes Souza, de 37 anos, presa duas vezes pela Polícia Militar na Praça Popular, em Cuiabá.

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Em comunicado enviado pelo WhatsApp, Laudicério afirma que conseguiu o telefone da irmã de Nilves e que entrou em contato com ela para tentar ajudar.
 
“Pois entendemos que não é apenas questão judicial e sim médica. (Tanto que ela precisa estar primeiro bem psicologicamente para responder pelos atos na justiça) ”, diz trecho do comunicado.
 
O militar diz também que a irmã da jornalista ficou agradecida pela oferta e diante disso, ligou para um amigo psiquiatra, o doutor Gleisson Libardi, que teria se prontificado a ajudar.
 
“Comuniquei o CIOSP e estamos no aguardo para saber que conseguem localizar ela, para que seja encaminhada imediatamente ao psiquiatra. A associação defende o seu policial associado, mas ela é feita de membros policiais que “defendem a sociedade “ e nesse momento ela também precisa de ajuda. Só espero que não fiquem bravo pela ação necessária no momento”, finaliza o policial.
 
O caso de Nilves ganhou repercussão depois que ela se envolveu em uma briga na Praça Popular, onde jogou um copo de cerveja no rosto de um policial militar que fazia rondas no local, na segunda-feira (11).
 
As imagens em que ela era imobilizada viralizaram nas redes sociais e ela acabou presa. Posteriormente, em audiência de custódia, ela teve a liberdade concedida, mediante uso de tornozeleira eletrônica e outras medidas impostas como, por exemplo, não frequentar bares e ir em reuniões do Alcoólicos Anônimos.

No entanto, na quarta-feira (13), ela acabou detida novamente. Conforme registro da ocorrência, uma equipe da PM foi acionada para atender uma ocorrência de desobediência a decisão judicial sobre perda ou suspensão de direito.
 
No mesmo bar onde foi presa pela primeira vez, os militares viram a jornalista ingerindo bebida alcoólica. Foi verbalizado e informado que ela estaria descumprindo ordem judicial e por este motivo, seria detida e conduzida até a delegacia.

Ainda conforme a PM, a jornalista estava com a tornozeleira eletrônica desligada. Ela foi ouvida no plantão da Central de Flagrantes e posteriormente liberada.

O fato de a mulher estar com a tornozeleira desligada foi informado à Gerencia de Custódia do Sistema Penitenciário no Fórum de Cuiabá, para posterior comunicação ao Poder Judiciário, a quem cabe decidir as medidas cabíveis neste caso.

Também começaram a circular nas redes sociais imagens atribuídas a jornalista em que ela aparece em uma nova confusão, desta vez no bairro Jardim Potiguar, região do ‘Zero KM’, em Várzea Grande.

Novos vídeos que circulam pelas redes sociais mostram a mulher batendo em um homem, em um bar. A confusão, inicialmente, envolve várias pessoas. Porém, parece estar concentrado entre a jornalista e um homem com uma camisa de time.
 
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