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Gilberto diz que Lacen ampliou capacidade de testes PCR de 40 por mês para 10 mil por dia

05 Dez 2021 - 16:38

Da Redação - Isabela Mercuri / Do local - Airton Marques

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Gilberto diz que Lacen ampliou capacidade de testes PCR de 40 por mês para 10 mil por dia
Testagem em massa é um dos caminhos para diminuir a proliferação do novo coronavírus (Covid-19), incluindo a nova cepa ‘Ômicron’, descoberta recentemente. Segundo o secretário de Estado de Saúde Gilberto Figueiredo, o Laboratório Central do Estado de Mato Grosso (LAcen-MT) está preparado e evoluiu muito durante a pandemia.

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“Quando a pandemia chegou o Lacen no estado de Mato Grosso tinha a capacidade de fazer 40 testes PCRs por mês. Hoje tem capacidade de fazer dez mil testes por dia. O Lacen é hoje um laboratório equipado com profissionais competentes para fazer isso. O grande problema é que com o surgimento do teste por antígeno, ficou muito mais fácil, e nós temos encaminhado em abundância para os municípios, então todos querem um resultado muito rápido e na hora estão usando o antígeno, mas nós temos capacidade de testagem muito superior àquilo que o Estado pode ter demanda”, explicou Gilberto na última quarta-feira (1).

Antes do surgimento da Covid-19, o Lacen atendia com prioridade áreas de vigilância em saúde, vigilâncias ambiental, sanitária, epidemiológica e saúde do trabalhador. Nessa atribuição, realizava – e continua realizando - análises para diagnóstico dos agravos de notificação compulsória como Dengue, Hepatites, Febre amarela, Leptospirose, Hantavírus, Leishmaniose visceral canina e humana, HIV, entre outros, encaminhando às Vigilâncias os relatórios com o perfil epidemiológico nas análises demandadas.

Cabe ao Lacen MT a emissão de pareceres técnicos para credenciamento de laboratórios, com monitoramento interno e externo, descentralização e supervisão de atividades laboratoriais em Vigilância em Saúde.
 
Para Gilberto, testagem é a única forma, inclusive, de evitar a proliferação da Ômicron, caso chegue a Mato Grosso. “Só tem uma maneira. É testagem e acompanhamento dos contatos com pessoas que porventura tenham histórico de passagem pela África ou sintomas, ou casos nós confirmemos. Se confirmar algum caso nós vamos ter que fazer um esforço de rastreamento de todos os contatos dessa pessoa, testá-los e colocar em quarentena. É assim que se controla a disseminação do vírus. Não existe registro no estado ainda, existe só uma pessoa que chegou da África, então isso pode ocorrer, outros chegarem, e se nós tivermos notícia nós vamos fazer o cerco para fazer esse controle”.
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