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Ex-ministro da educação

Barbudo diz que CPI do MEC é “aberração jurídica” e que juiz que mandou prender Ribeiro tomou decisões ideológicas

25 Jun 2022 - 10:45

Da Redação - Isabela Mercuri / Do Local - Érika Oliveira

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Barbudo diz que CPI do MEC é “aberração jurídica” e que juiz que mandou prender Ribeiro tomou decisões ideológicas
O deputado federal Nelson Barbudo (PL) afirmou que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar possíveis casos de corrupção no Ministério da Educação (MEC) seria uma “aberração jurídica”. Para ele, o juiz que mandou prender Milton Ribeiro tomou “decisões ideolígicas”, pois ele atende “Tabata Amaral e companhia”.

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Ribeiro foi preso na quarta-feira (22) pela Polícia Federal. Ele é investigado por corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência por suposto envolvimento em um esquema para liberação de verbas do Ministério da Educação (MEC). Já na quarta-feira (23), foi solto após o desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, cassar a prisão preventiva.

Na quinta-feira (23), Barbudo afirmou que não desrespeitava o poder judiciário, mas que não havia nada que indicasse corrupção. “Achamos muito prematura a prisão, a análise do juiz, e sabemos que o Milton não tem culpa até onde eles entregaram a documentação. O juiz... não tem outra acusação concreta de roubo, de desvio, de depósito na conta dele. O que apareceu até agora foi um depósito de R$ 60 mil que os advogados dele provaram que foi da venda de um veículo. Agora, temos que aguardar, não podemos pré-julgar ninguém, até que não seja transitado em julgado, ninguém é culpado”, afirmou.

Logo depois, Barbudo se corrigiu, e afirmou que havia uma exceção: “A não ser no caso de Luladrão, que foi condenado em várias instancias, e esse temos certezas que é cadeieiro. Agora, o Milton Ribeiro, a gente tem que ter muito cuidado para não manchar a reputação de um ministro que até agora não se apresentou provas cabais para se determinar a prisão preventiva, então nós estamos analisando”, finalizou.
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