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Domingo, 18 de janeiro de 2026

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CÂMARA DA CBF EM AÇÃO

R$ 40 milhões: presidente do Cuiabá cobra dívidas do Santos, Corinthians, Atlético-MG e Grêmio

Foto: AssCom Dourado

R$ 40 milhões: presidente do Cuiabá cobra dívidas do Santos, Corinthians, Atlético-MG e Grêmio
O presidente do Cuiabá, Cristiano Dresch, voltou a cobrar a dívida que o Peixe, o Timão e o Galo contraíram com o clube referente aos contratos do zagueiro Joaquim Henrique, do meia Raniele e o atacante Deyverson. O Grêmio também foi cobrado. Somando todos os débitos, o Dourado espera receber R$ 40 milhões.


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Em entrevista concedida na semana passada ao Globo Esporte, o dirigente auriverde atualizou o valor das dívidas, que já são incessantemente cobradas desde o ano passado.

No dia 17 de julho vence mais uma parcela em aberta do Timão pelo meia Raniele, na casa dos R$ 18 milhões. O Peixe tem a dívida mais antiga, proveniente da venda de Joaquim. Os R$ 16,3 milhões deveriam ser pagos em janeiro, o que não ocorreu, resultando no acionamento da Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD), órgão da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O Peixe assume a dívida, mas pondera que não consegue pagar no momento.

O Tricolor Gaúcho também entrou na mira da cobrança referente a negociação do meia Pepê com o Vitória. Na transação, o Dourado deveria R$ 300 mil sobre 40% dos direitos do atleta. O Grêmio aguarda definição da CNRD para negociar o montante.

O caso do Galo com o contrato de Deyverson ainda aguarda desfecho judicial e da CNRD. Dresch estima que até outubro deverá haver uma sentença condenando o Atlético a pagar os mais de R$ 4 milhões que deve.

No caso do Galo, Dresch apresentou, nesta segunda-feira (9), documentos que comprovam que o Banco Inter, instituição ligada ao empresário Rafael Menin — um dos acionistas da SAF do Atlético-MG — foi formalmente notificado e respondeu à reclamação protocolada pelo clube no Banco Central. A medida do time mato-grossense é uma resposta às declarações recentes de Menin, que afirmou que a demanda do Cuiabá seria “inverídica”. A informação também é do GE, divulgada nesta terça (10). O caso aguarda desfecho do Banco Central.
 
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