O policial militar Raylton Duarte Mourão, acusado de envolvimento na morte da personal trainer Rozeli da Costa Nunes, de 33 anos, também é investigado por um suposto ataque a tiros contra uma empresa, ocorrido em 11 de agosto, em Várzea Grande.
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Uma câmera de segurança registrou o momento em que uma motocicleta para em frente ao estabelecimento e, logo em seguida, sai em alta velocidade.
Segundo apuração da reportagem, o empresário dono da empresa, localizada no bairro Parque Del Rey, denunciou à polícia que o portão do local foi atingido por disparos após ele ter relatado um descarte irregular de entulho em sua propriedade.
A suspeita sobre o envolvimento do PM surgiu porque outra câmera flagrou um caminhão da empresa administrada por Raylton realizando o descarte ilegal.
Além disso, o empresário informou que protocolou uma denúncia junto à Secretaria de Meio Ambiente (Sema) e solicitou a retirada do material ao responsável pela empresa, cujo telefone de contato é o mesmo do policial militar.
O denunciante relatou ainda que ligou para o número registrado e, durante a conversa, um homem em tom ameaçador mandou que ele “aguardasse”. Pouco depois, o ataque contra a empresa ocorreu.
O caso segue sob investigação.
Raylton Mourão e sua esposa também são acusados de mandarem executar Rozeli por conta de um processo judicial relacionado a um acidente de trânsito. A vítima havia pedido R$ 24 mil de indenização após o PM se recusar a arcar com os danos de seu carro, avaliados em R$ 9 mil, causados por um caminhão da empresa do militar.
A Justiça decretou a prisão preventiva do casal, que continua foragido.
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