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Mauro diz ser ‘cedo para medir impacto’ da prisão de Bolsonaro e de generais: ‘não consigo ter uma radiografia’

27 Nov 2025 - 12:10

Da Redação - Rafael Machado / Do Local - Jardel P. Arruda

Foto: Olhar Direto

Mauro diz ser ‘cedo para medir impacto’ da prisão de Bolsonaro e de generais: ‘não consigo ter uma radiografia’
O governador Mauro Mendes (União) afirmou que ainda não é possível avaliar os efeitos políticos da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de ex-ministros militares condenados por tentativa de golpe de Estado.


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Segundo ele, o episódio é “muito recente” e só após dialogar com lideranças em Brasília será possível formar uma percepção mais concreta.

“Depois do episódio da prisão do presidente Bolsonaro, eu não tive a oportunidade ainda de conversar com os principais líderes do Congresso Nacional, nem do meu próprio partido. Devo fazer isso nos próximos dias e aí terei condição de ter uma opinião mais assertiva”, afirmou.

O governador destacou que somente após essas conversas será possível avaliar quais caminhos políticos se abrem ou se fecham a partir das prisões.

“Se perde ou não [força], o que é possível fazer, quais serão os próximos passos… só depois será possível ter uma visão mais coerente com a realidade do Congresso Nacional.”

Impacto ainda incerto

Questionado também sobre o início do cumprimento de pena de Bolsonaro e dos militares Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, os primeiros generais a serem presos por tentativa de golpe da ação que tramita no Supremo, Mauro insistiu que o cenário ainda é prematuro para conclusões.

“Tem dois, três dias que isso aconteceu. Não consigo ainda ter uma radiografia do impacto disso. É tudo muito recente. Vamos esperar para saber quais serão os próximos passos da política no país”, comentou.

As declarações do governador ocorrem após uma operação conjunta da Polícia Federal e do Exército que levou à prisão dos generais Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, ambos ex-ministros do governo Bolsonaro. Eles foram conduzidos ao Comando Militar do Planalto, em Brasília.
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