A Polícia Civil ainda apura se a estudante de Direito identificada como Lilia Grazielly Correia da Silva, de 20 anos, que foi presa junto com o namorado Mauro Henrique Santos Vilela, de 21, na segunda-feira (1º) em Tangará da Serra (242 km de Cuiabá), acusada de aplicar golpes, recebia ajuda de pessoas ligadas aos bancos.
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A jovem, que era estagiária do Fórum de Tangará da Serra, e o namorado, que tem passagens por tráfico de drogas, se passavam por agentes bancários para acessar dados pessoais de vítimas e incentivá-las a clicar em links fraudulentos.
As investigações foram iniciadas há cerca de 30 dias após denúncias de que Lilia poderia estar envolvida com atividades ilícitas, já que, apesar de receber salário de R$ 2 mil, andava com veículos de alto valor, motocicleta importada e celular de última geração, entre outras situações.
Ao site Diário da Serra, o delegado Ivan Albuquerque, responsável pelo caso, pontuou que, possivelmente, havia alguém ligado aos bancos que fornecia as informações ao casal.
Em buscas na residência dos suspeitos, na segunda-feira (1º), foram apreendidos seis aparelhos telefônicos, um notebook, diversos chips, além de valores em dinheiro. As investigações continuam.