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Segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

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PL diz que não tem dificuldade para dialogar com Mauro, mas reforça que aliança só ocorrerá para vagas em aberto

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PL diz que não tem dificuldade para dialogar com Mauro, mas reforça que aliança só ocorrerá para vagas em aberto
O presidente do PL em Mato Grosso, Ananias Filho, afirmou que não vê “nenhuma dificuldade de dialogar” com o governador Mauro Mendes (União) sobre uma possível composição envolvendo a disputa ao Senado em 2026.


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A declaração ocorre mesmo após Mauro defender publicamente o nome do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) como candidato ao governo, movimento que entrou em colisão com o projeto do PL, que terá Wellington Fagundes.

Segundo Ananias, a política exige negociação e abertura, desde que dentro de limites ideológicos. Ele reforça que, embora a sigla esteja consolidada com Fagundes ao governo e José Medeiros ao Senado, o tabuleiro possui várias vagas que podem ser discutidas com outras legendas de direita.

“A política é muito dinâmica. Hoje nós estamos começando a interagir dentro de um posicionamento que a nacional já referendou. E, a partir desse referendo, vamos buscar aliados, partido A, partido B, partido C, desde que defendam os valores da direita. Defendendo os valores da direita, não temos dificuldade nenhuma de dialogar”, afirmou.

“Nós temos disputa de governador e vice-governador, duas vagas de senador e duas vagas de suplente em cada candidatura. Isso tudo faz parte de um conjunto que pode ser negociado, sempre alinhado ao projeto nacional”, completou.

Ele também avaliou que a política nacional terá peso direto nas alianças estaduais.

“Quem vem para uma composição nacional chega com alguns ‘sins’ e alguns ‘nãos’ em vários estados. A política é dinâmica. Mas o PL está focado: fizemos nosso dever de casa em 2024 e estamos planejando 2026 com candidatura própria”, afirmou.

Vagas garantidas

A fala de Ananias reforça a unidade anunciada pelo PL após o presidente nacional do partido, Valdemar da Costa Neto, oficializar apoio à pré-candidatura do senador Wellington Fagundes ao governo. A confirmação encerrou rumores de que o PL poderia se dividir entre Fagundes e Pivetta, nome simpático ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
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