A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), afirmou que uma de suas principais ideias para a gestão é transformar o município em uma cidade inteligente. Em entrevista a jornalistas na última quinta-feira (4), ela explicou que o conceito vai muito além de semáforos interligados ou iluminação automatizada, e deve usar a tecnologia para detectar e resolver problemas urbanos de forma mais acertada.
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Segundo a prefeita, o objetivo é utilizar ferramentas tecnológicas para otimizar a gestão pública e agilizar a resolução de questões corriqueiras, como trânsito, buracos nas vias e infraestrutura urbana.
“Nós queremos fazer, transformar Várzea Grande em uma cidade inteligente. E a cidade inteligente não é só semáforo inteligente, interligado, não é só uma iluminação bonita que liga na hora só do escuro, na hora que precisa. A cidade inteligente é muito mais”.
“É aquela cidade que vai apontar o buraco lá no Marajoara, para o secretário dos serviços públicos ir lá e cobrir. Hoje, eu sei que tem um buraco na porta da minha casa, mas porque eu passo. Os serviços públicos não sabem.”
A gestora também citou a possibilidade de usar câmeras e sensores para monitorar fluxos de veículos e pedestres, permitindo intervenções mais rápidas e precisas.
“Se eu vejo que tem um fluxo muito grande de alunos ou de cidadão que passam determinada rua, e que eu preciso colocar uma faixa elevada, um semáforo, um quebra-mola, um melhoramento de via, porque o fluxo é alto, eu vou ver isso com as câmaras, pela inteligência”, pontuou.
“Uma cidade inteligente é isso. Ela não precisa que as pessoas avisem a gestão pública da necessidade, mas que a gestão pública tome ciência da necessidade e faça cumprir o seu papel.”