Secretário diz que não há prova concreta de suposto estupro coletivo em escola; polícia analisa câmeras de segurança :: Notícias de MT | Olhar Direto

Olhar Direto

Quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Notícias | Cidades

'está confuso'

Secretário diz que não há prova concreta de suposto estupro coletivo em escola; polícia analisa câmeras de segurança

Foto: Prefeitura Municipal de Cuiabá

Secretário diz que não há prova concreta de suposto estupro coletivo em escola; polícia analisa câmeras de segurança
O secretário de Educação de Cuiabá, Amauri Monge, declarou que, até o momento, não há provas concretas que confirmem a denúncia feita por uma mãe de que um menino de 9 anos teria sofrido estupro coletivo por outros cinco alunos dentro de uma escola da rede municipal de ensino.


Leia também:
Max nega articulação de Mendes e atribui manutenção do veto à decisão 'consciente' dos deputados: "assunto superado"


O caso, que é investigado pela Polícia Civil, teria ocorrido no banheiro da escola pública em que a vítima estuda, no dia 17 de agosto deste ano. No entanto, a comunicação à Polícia Civil só foi realizada no último dia 17 de novembro, três meses após o suposto ocorrido.

“Não tem provas concretas até o momento. Está muito confuso”, disse o secretário à reportagem do Olhar Direto

Além disso, segundo o secretário, a mãe da criança ainda não conseguiu identificar os suspeitos do ocorrido, segundo informou Amauri. Ele relatou que as imagens do circuito interno da escola já estão sendo analisadas e foram entregues à polícia. 

Amauri acrescentou que, com base nas imagens verificadas até o momento, não foi identificada nenhuma "movimentação estranha" no banheiro no dia do fato.

“Parece que a criança não estava na escola naquele dia e a mãe não sabe identificar quem são as supostas crianças”, disse a reportagem do Olhar Direto

A Secretaria Municipal de Educação ainda não divulgou um posicionamento oficial sobre o ocorrido. O titular da pasta, por sua vez, afirmou que está "colaborando com as investigações".

O caso

A mãe da criança revelou em entrevista ao Olhar Direto que os alunos esperavam a vítima ir ao banheiro para cometer o estupro e revelou também que a criança está traumatizada.  

A criança, além de ter sido estuprada nas dependências da escola, também teria sido agredida e ameaçada de morte. Agora, a vítima segue passando por exames e o caso está sendo investigado pela Polícia Civil.
Entre no nosso canal do WhatsApp e receba notícias em tempo real, clique aqui

Assine nossa conta no YouTube, clique aqui
 

Comentários no Facebook

Sitevip Internet