O secretário de Educação de Cuiabá, Amauri Monge, declarou que, até o momento, não há provas concretas que confirmem a denúncia feita por uma mãe de que um menino de 9 anos teria sofrido estupro coletivo por outros cinco alunos dentro de uma escola da rede municipal de ensino.
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O caso, que é investigado pela Polícia Civil, teria ocorrido no banheiro da escola pública em que a vítima estuda, no dia 17 de agosto deste ano. No entanto, a comunicação à Polícia Civil só foi realizada no último dia 17 de novembro, três meses após o suposto ocorrido.
“Não tem provas concretas até o momento. Está muito confuso”, disse o secretário à reportagem do
Olhar Direto.
Além disso, segundo o secretário, a mãe da criança ainda não conseguiu identificar os suspeitos do ocorrido, segundo informou Amauri. Ele relatou que as imagens do circuito interno da escola já estão sendo analisadas e foram entregues à polícia.
Amauri acrescentou que, com base nas imagens verificadas até o momento, não foi identificada nenhuma "movimentação estranha" no banheiro no dia do fato.
“Parece que a criança não estava na escola naquele dia e a mãe não sabe identificar quem são as supostas crianças”, disse a reportagem do
Olhar Direto.
A Secretaria Municipal de Educação ainda não divulgou um posicionamento oficial sobre o ocorrido. O titular da pasta, por sua vez, afirmou que está "colaborando com as investigações".
O caso
A mãe da criança revelou em entrevista ao
Olhar Direto que os alunos esperavam a vítima ir ao banheiro para cometer o estupro e revelou também que a criança está traumatizada.
A criança, além de ter sido estuprada nas dependências da escola, também teria sido agredida e ameaçada de morte. Agora, a vítima segue passando por exames e o caso está sendo investigado pela Polícia Civil.