O conselheiro Antonio Joaquim, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), planeja um retorno à política em 2030, conforme declarou no Programa Opinião, da TV Pantanal, nesta quinta-feira (11). Antes de tentar voltar à política - onde já foi deputado estadual (1987 a 1991) e federal (1995 a 1999) - ele informou que buscará um mandato como presidente da Corte de Contas. Na entrevista, lembrou que sua solicitação de aposentadoria em 2017 foi barrada pelo então governador e candidato à reeleição, Pedro Taques. “Em 2017 eu tentei, mas não consegui. O Pedro Taques não deixou junto com o [Rodrigo] Janot [ex-procurador-geral da República]. Eu sou uma pessoa que me organizo com antecedência. Eu já defini até que dia que eu vou ficar no Tribunal de Contos. Eu quero ficar, eu quero ver se eu consigo mais um mandato de presidente e quero, se for, eu conseguir, ao final sair do tribunal. E se em tese isso seria final de 20229. Em 2030 eu saio e se eu sair e devo sair, que é um projeto de vida, eu vou ser candidato nas eleições de 2030. A que, eu não sei, depende do que vai acontecer”. Ele disse que enquanto permanecer no tribunal, irá cumprir sua função como conselheiro e não se deixar contaminar por política. “O conselheiro é como magistrado, é um magistrado de contas, é um juiz de contas, ele não pode fazer política eleitoral, é proibido. (...) E quando eu estiver no tribunal, eu estarei no tribunal cumprindo meus deveres de conselheiro. Então não tenho nenhuma insegurança de... Eu não vou fazer política e não vou me expor e eu não preciso disso. Mas eu tenho o projeto de vida lá na frente para voltar. Por vocação".
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