Pedro Taques ao lado de Nilson Leitão e Aécio Neves
A volta de Pedro Taques à centro-esquerda, com lançamento de pré-candidatura ao Senado pelo PSB, é de deixar o campo progressista com a pulga atrás da orelha. Quando se elegeu senador pelo PDT, Taques abandonou o cargo para virar governador deixando como ‘legado’ no Congresso ninguém menos que José Medeiros (PL), que desde então segue militando ao lado das franjas mais radicais da direita brasileira. Governador, Taques abandonou a sigla trabalhista e migrou para o PSDB, até então principal antagonista do PT na política nacional, em uma era pré-bolsonarismo no PL. Depois, aderiu ao impeachment de Dilma Rousseff (PT) e na eleição de 2018, tendo Geraldo Alckmin como seu candidato a presidente, se ‘antecipou’ e declarou voto em Jair Bolsonaro no segundo turno. Em 2022, declarou voto em Lula, mas já estava fora
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