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Sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

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ENTREVISTA AO PODOLHAR

Marcelo de Oliveira desconversa sobre continuar secretário na gestão Pivetta e refuta candidatura


O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, afirmou que não houve qualquer conversa sobre sua permanência no comando da Sinfra em uma eventual gestão do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e descartou a possibilidade de disputar cargos eletivos. As declarações foram feitas durante entrevista ao PodOlhar.

Questionado se já havia tratado do assunto com o governador Mauro Mendes (União) ou com Pivetta, Marcelo evitou dar uma resposta direta e disse que a definição não cabe a ele. Segundo o secretário, nenhuma conversa foi feita até o momento e eventuais decisões sobre continuidade ou mudanças na equipe devem partir do chefe do Executivo. Ele ressaltou que, enquanto estiver no cargo, seguirá focado na execução das atribuições da secretaria.

Ao ser perguntado sobre a possibilidade de uma candidatura, Marcelo afirmou que a hipótese nunca passou por sua cabeça. Ele lembrou que só disputou eleições em situações pontuais, sempre a convite de terceiros e fora de cargos no Executivo. Um dos episódios citados foi um pré-lançamento à Prefeitura de Cuiabá, a convite do então prefeito Roberto França, que não avançou. Em outro momento, anos depois, aceitou disputar uma vaga na Câmara Municipal como vereador, em uma chapa que acabou não atingindo o coeficiente eleitoral.

Durante o relato, o secretário afirmou que a experiência eleitoral reforçou sua percepção de que o trabalho administrativo, por si só, não garante vitória nas urnas. Ele citou como exemplo uma reunião em um bairro onde, segundo ele, havia executado uma série de melhorias como obras de infraestrutura, serviços públicos e equipamentos comunitários, mas percebeu que, sem estrutura de campanha (dinheiro), não havia viabilidade eleitoral.

Marcelo disse que não dispõe de recursos financeiros nem de estrutura para conduzir uma campanha e que não se sente à vontade para buscar financiamento político. Segundo ele, os custos de uma eleição tornam inviável uma candidatura para quem não dispõe de apoio material e organizacional.

Ao final, o secretário reforçou que prefere ser reconhecido pelo trabalho técnico que desenvolve à frente da Sinfra e afirmou que continuará exercendo suas funções enquanto for convidado a permanecer no cargo. Ele disse ainda que não tem pretensão de disputar eleições e que sua atuação está concentrada na gestão pública.
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