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Domingo, 15 de março de 2026

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DEFESA BOLSONARISTA

Na Jovem Pan, Wellington defende prisão domiciliar para Bolsonaro e projeta disputa de 2026

Foto: Assessoria

Na Jovem Pan, Wellington defende prisão domiciliar para Bolsonaro e projeta disputa de 2026
O senador Wellington Fagundes (PL) voltou a defender a concessão de prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro e projetou cenários para as eleições de 2026 durante entrevista ao programa Direto ao Ponto, da Jovem Pan News. Pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, o parlamentar também criticou o governo federal, comentou a relação entre os Poderes e destacou pautas de seu mandato.


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Ao tratar da situação jurídica de Bolsonaro, Fagundes afirmou que o ex-presidente enfrenta fragilidade física após procedimentos cirúrgicos e desgaste emocional. Segundo ele, a análise do caso deveria considerar critérios humanitários. “Temos que ter a lei do bom senso”, disse ao comentar decisões do Judiciário.

Sobre o cenário eleitoral de 2026, o senador afirmou que o Partido Liberal trabalha com o nome do senador Flávio Bolsonaro como pré-candidato à Presidência da República. Na avaliação de Fagundes, trata-se de um nome com capacidade de diálogo. No plano estadual, reafirmou sua pré-candidatura ao Palácio Paiaguás e destacou que o PL é a maior força partidária de Mato Grosso.

Na entrevista, Wellington também criticou a política econômica do governo Lula (PT), apontando aumento de gastos públicos e da carga tributária. Ele avaliou ainda que o Congresso Nacional perdeu protagonismo diante do Judiciário, atribuindo o cenário à concentração de decisões e à atuação do próprio Legislativo.

Entre as pautas do mandato, o senador citou a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, defendendo a apuração de possíveis desvios de recursos, e o Estatuto do Pantanal, que, segundo ele, busca conciliar preservação ambiental e desenvolvimento sustentável com uso de monitoramento por satélite.

Fagundes também mencionou proposta que prevê a reserva de 30% das cadeiras do Legislativo para mulheres e comentou o debate sobre o fim da escala de trabalho 6×1, defendendo que o tema seja tratado com diálogo e responsabilidade. Ao final, reforçou o discurso municipalista e a defesa da interiorização dos investimentos públicos em Mato Grosso.
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