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'É importante, mas apoio não se senta na cadeira para governar', diz Mauro sobre busca por benção de Bolsonaro e Lula

14 Mar 2026 - 07:47

Da Redação - Airton Marques / Do Local - Luis Vinicius

Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

'É importante, mas apoio não se senta na cadeira para governar', diz Mauro sobre busca por benção de Bolsonaro e Lula
O governador Mauro Mendes (União) afirmou que o apoio de lideranças nacionais, como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), tem relevância política, mas não define quem irá governar Mato Grosso. A declaração foi dada após repercussão negativa de uma fala anterior sobre o suposto apoio de Bolsonaro à pré-candidatura do senador Wellington Fagundes (PL) ao governo do estado em 2026.


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Dias antes, Mendes havia colocado em dúvida o apoio do ex-presidente ao senador. A declaração ocorreu em 7 de março, durante ato de filiação do Podemos em Cuiabá, poucas horas depois de Fagundes afirmar que recebeu o aval de Bolsonaro em encontro na Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.

A fala gerou reação do senador, que cobrou respeito e lembrou que, na eleição de 2022, Mendes foi reeleito com apoio do ex-presidente.

Ao comentar novamente o tema, o governador pontuou que a declaração anterior foi interpretada de forma equivocada e que apoios políticos não substituem a responsabilidade de quem exerce o cargo.

“Eu disse que apoio não se senta na cadeira para governar depois. Apoio importante é, o apoio do Lula tem importância, o grande líder da esquerda. O apoio do Bolsonaro tem importância sim, é o grande líder da direita. Mas não vai ser nem Lula nem Bolsonaro que vai se sentar na cadeira e administrar. Quem vai se sentar na cadeira e administrar é quem ganhar a eleição”, afirmou.

Segundo Mendes, a escolha do futuro governador dependerá da avaliação dos eleitores sobre a capacidade de gestão dos candidatos. “O apoio é importante, mas ele não é a pessoa que vai governar o Estado. Quem ganhar a eleição tem que ter competência, histórico, capacidade e honestidade, porque é essa pessoa que vai governar”, disse.
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