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Governador não descarta romper contrato e dispara: “O Aeroporto de Cuiabá é o pior do Brasil”

Da Redação - Wesley Santiago

11 Set 2015 - 09:23

Foto: Rogério Florentino Pereira/Olhar Direto

Governador não descarta romper contrato e dispara: “O Aeroporto de Cuiabá é o pior do Brasil”
O governador Pedro Taques (PSDB) não descartou romper o contrato com o Consórcio Marechal Rondon, responsável pelas obras do Aeroporto Internacional Marechal Rondon, localizado em Várzea Grande (região metropolitana de Cuiabá), caso as garantias contratuais não sejam apresentadas. Além disto, ele ainda admitiu que o terminal é “o pior do Brasil”, citando a pesquisa feita pela Secretaria de Aviação Civil (SAC), divulgada recentemente.

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“O Aeroporto está em processo da empresa entregar as garantias contratuais. Se isto não for feito, romperemos o contrato com o Consórcio. Também estamos tendo conversas com a Empresa Brasileira de Infraestrutura e Logística (Infraero) para que eles assumam a obra. Hoje, todo mundo viu, o aeroporto é o pior do Brasil, não podemos negar isto”, disse o governador.
 
Vale lembrar que a pesquisa de satisfação dos passageiros, divulgada pela Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República (SAC), no início de agosto, voltou a colocar o terminal mato-grossense como o pior do país. O aeroporto ficou com a nota média de 3,35, em uma escala que vai de 1 a 5. Além de Cuiabá, o único que ficou com nota média abaixo dos quatro pontos foi Salvador, que teve uma média de 3,66.
 
As obras de reforma e ampliação do Aeroporto Marechal Rondon deveriam ter sido finalizadas antes da Copa do Mundo de 2014, o que não aconteceu. Cogita-se ainda que o terminal mato-grossense seja concedido à iniciativa privada em 2016. A informação foi revelada pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, durante audiência pública na Comissão de Infraestrutura do Senado Federal.
 
Taques também aproveitou para falar sobre o destino dos Centros Oficiais de Treinamento (COTs) do Pari e da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT): “O COT do Pari será destino à Polícia Militar e ao Corpo de Bombeiros. Já o da UFMT, como já estava previsto, ficará sob os cuidados da universidade”, finalizou.

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