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Terça-feira, 26 de setembro de 2017

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“Converso muito, ouço todos e trato com respeito”, explica José Adolpho sobre deputados aprovarem LDO e RGA rapidamente

Da Redação - Ronaldo Pacheco

15 Jul 2017 - 16:36

Foto: Rogério Florentino Pereira / OD

“Converso muito, ouço todos e trato com respeito”, explica José Adolpho sobre deputados aprovarem LDO e RGA rapidamente
As autênticas vitórias conquistadas pela gestão do governador José Pedro Taques (PSDB) logo nas primeiras semanas de atuação do secretário José Adolpho Avelino Vieira, chefe da Casa Civil, com aprovações da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Revisão Geral Anual (RGA), em ritmo acelerado, só causou surpresa para quem não conhece o seu estilo conciliador. “Não faço nada diferente de ninguém. Apenas converso, dou carinho e trato com respeito”, explicou ele, para a reportagem do Olhar Direto, em entrevista na Casa Civil.  
 
O respaldo do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Eduardo Botelho (PSB), e do líder do governo, deputado Dilmar Dal’Bosco (DEM), foram fundamentais para o êxito. Das três principais missões com maior urgência, na Chefia da Casa Civil, duas foram já cumpridas e a terceira está bem encaminhada – a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) de Teto dos Gastos dos Poderes.

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José Adolpho Vieira alerta que não tem mágica, mas, sim, trabalho. Geralmente chega ao Palácio Paiaguás antes das 8 horas e, às vezes,  deixa o gabinete após às 22 horas. “Sigo o exemplo do meu pai, que foi secretário-chefe da Casa Civil e de Estado de Administração: sempre era o primeiro a chegar e o último a sair. Meu pai era viciado em trabalho”, enfatizou ele, recordando da passagem pelo poder público da figura paterna Carlos José Avelino Vieira – secretário de Estado de Governo (1975-78), da Casa Civil (1978-79) e de Administração (1979-1983).


 
Depois de marcar até 22 agendas para um único dia, Avelino Vieira tirou o pé do acelerador. Reduzi para 10 até 12 agendas por dia, mas foi advertido pela assessoria que ainda é muita coisa. “A demanda é muito grande e não dá para abarcar tudo. Mas sabemos que governador é priorizar e temos feito isso”, ponderou.
 
Para o chefe da Casa Civil, Eduardo Botelho teve atuação política  gigantesca nas conversações sobre a RGA, principalmente para mostrar ao Fórum Sindical, que representa quase 90% dos servidores, a necessidade de um acordo, num momento de grave crise financeira de Mato Grosso. “O deputado Botelho possui uma visão rara disso [conciliação política]. E mostrou que aqui é um governo, em momento de crise econômica”, sintetizou José Adolpho.
 
Sobre a facilidade do diálogo, revela que teve exemplo dentro de casa. Ele lembrou que o seu pai fazia jantares com líderes políticos do passado, em sua residência, como José Garcia Neto, Aecim Tocantins, Augusto Mário Vieira, Milton Figueiredo e José Amando Barbosa, entre outros. “Nas reuniões-almoço é que se estreitavam os laços e, vez por outra,  saíam algumas decisões”, complementou o titular da Casa Civil do governo Taques.

3 comentários

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  • Eraldo Junior
    16 Jul 2017 às 22:21

    Mirandinha do cpa, só um cidadão totalmente fora da realidade poderia admirar esse Secretário José Adolpho procure se informar melhor, principalmente à quem trabalha ou trabalhou na Casa Civil, aí saberá o quão humilde e competente ele é.

  • Justo
    16 Jul 2017 às 13:49

    Não se compara época de seu pai com os dias de hoje amigo, e analisando na política e sempre os mesmos de pau para filho e continua a mesmice de sempre.

  • mirandinha do cpa
    16 Jul 2017 às 09:13

    nao sou funcionario publico mas quero aplaudir jose adolfo que com a serenidade que lhes e peculiar longe de qual quer vaidade desempenha uma gestao estraordinaria

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