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Sexta-feira, 26 de abril de 2024

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Prefeitura de Sinop suspende salários de professores que estão em greve

Afirma a prefeitura que esses dados financeiros já foram informados aos profissionais da Educação em outras oportunidades, inclusive documentalmente. Mesmo assim, o Sintep mantém a greve e uma ação judicial movida pelo município pretende pôr fim ao impasse.

Foto: Imagem ilustrativa

Prefeitura de Sinop quita folha de julho nesta quarta-feira e desconta dias parados de grevistas

Prefeitura de Sinop quita folha de julho nesta quarta-feira e desconta dias parados de grevistas

A Prefeitura de Sinop descontou os dias parados dos professores e demais profissionais da rede municipal de educação que estão em greve desde o dia 21 de julho, do pagamento de salário depositado nas contas dos servidores públicos, nesta quarta-feira.


De acordo com o secretário-adjunto de Comunicação, José Pedro Serafini, a prefeitura ingressou com ação de "ilegalidade de greve" no Tribunal de Justiça de Mato Grosso e aguarda uma posição do Poder Judiciário.

“De uma decisão administrativa legal, a prefeitura gerou a folha de pagamento relativa ao mês de julho de 2014 já com desconto dos 11 dias parados, inclusive sábados, domingos e feriados. A folha será creditada nas contas hoje após as 18 horas”, informou, ao Olhar Direto.

Prefeitura diz não ter como aceitar pedido do Sintep e aciona Justiça

O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), que comanda a paralisação na cidade, definiu como pauta da greve a redução da jornada de trabalho de 40 horas para 30 horas semanais para todos os profissionais da educação e também a equiparação salarial dos professores do Estado.

Conforme a prefeitura, a tabela de impacto financeiro elaborada pelas secretarias de Finanças e Administração, a partir das duas reivindicações do Sintep, mostra uma elevação na folha de pagamento na ordem de R$ 4.2 milhões em 2014, R$ 10.3 mi em 2015, R$ 15.5 mi em 2016, R$ 19.7 mi em 2017 e de R$ 24.4 mi em 2018.

“A Prefeitura de Sinop não dispõe, nem hoje e nem futuramente, de recursos para atender aos pedidos do Sintep. Os estudos mostram que a receita municipal não tem como acompanhar essa despesa”, aduz nota oficial do Poder Executivo.

Afirma a prefeitura que esses dados financeiros já foram informados aos profissionais da Educação em outras oportunidades, inclusive documentalmente. Mesmo assim, o Sintep mantém a greve e uma ação judicial movida pelo município pretende pôr fim ao impasse.
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