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Segunda-feira, 19 de abril de 2021

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exonerações no Intermat

Do Internauta

19 Jan 2015 - 09:25

Senhor Editor: Sobre a matéria divulgada hoje a respeito das exonerações, particularmente no Intermat, tenho a dizer o seguinte: 1) conforme noticiado, o atual governador exonerou-me hoje, com efeito a partir da dia 1 de janeiro do corrente ano. 2) tal fato demonstra o total despreparo deste senhor que se considerava onisciente, e não notou que eu tinha sido exonerado, A PEDIDO, desde o dia 3 de dezembro de 2014, com efeito a partir de 31 de dezembro de 2014, pelo Governador Silval Barbosa, conforme comprova a edição nº 26.429, página 6, do Diário Oficial do Estado, de 3 de dezembro de 2014. 3) Quis o novo administrador do Estado mostrar com isto que quem exonera é ele, o ''dono da caneta''. Esqueceu-se de conferir que eu já estava exonerado a meu pedido desde mais de mês atrás. e também o então Presidente do Intermat, Afonso Dalberto... 4) desde que assumiu o novo governo, uma sucessão de trapalhadas vem sendo perpetradas pelo governador e pelo secretário de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários, o Biela. Primeiro, edita uma portaria que determina aos cartórios de Mato Grosso solicitarem anuência ao Intermat para proceder aos registros de imóveis, e também comunicar ao Intermat quando estes registros forem determinados pela Justiça. Ora, a competência para o registro é do Poder Judiciário, através dos cartórios de registro de imóveis das Comarcas (Lei nº 6.015, de 31/12/73). Nenhum cartório deve ou pode solicitar anuência ao Poder Executivo ou a um seu eventual dirigente ignorante de leis. Segundo, num ato de humilhação para com servidores dedicados em sua imensa maioria, ''exonera-os'' por ofício afixado no mural da repartição, e fecha o Intermat para, como a imprensa noticiou, fazer uma devassa no órgão, colocando todos os servidores na vala comum de suspeitos. Terceiro, o governador permite, debaixo do seu nariz, que tais fatos aconteçam, e alguns sejam publicados no Diário Oficial de Mato Grosso; ele, Pedro Taques, que se orgulha de ser operador do Direito. Tais fatos demonstram o despreparo e o revanchismo com que se travestiram estas autoridades. Até a data atual, não sinalizaram a que vieram; apenas mostraram uma sede de bater, talvez para desviar a atenção dos parentes que estão sendo nomeados, num governo que vendeu sua imagem eleitoral como aquele que combateu o crime organizado, que fará a diferença, que dará um choque de gestão, etc. Oxalá a população não tenha o choque que se está desenhando!

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