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Quinta-feira, 02 de abril de 2020

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Barranco diz que reitora era perseguida por Bolsonaro e lamenta renúncia

Da Redação - Carlos Gustavo Dorileo

21 Fev 2020 - 17:35

Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

Barranco diz que reitora era perseguida por Bolsonaro e lamenta renúncia
Presidente do PT em Mato Grosso, o deputado estadual Valdir Barranco lamentou a renúncia anunciada pela reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Myrian Serra nesta sexta-feira (21) e saiu em sua defesa, afirmando que ela estava sendo perseguida pelo Governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

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Recordando os problemas que a UFMT teve com o Governo Federal no ano passado, o parlamentar disse que ficou preocupado com o que motivou a renúncia da reitora que foi eleita de forma democrática pela maioria dos votos e tinha o direito de cumprir o seu mandato até o fim deste ano.  

“É com preocupação que recebo a notícia da renúncia da professora Myrian Serra do cargo de reitora da UFMT. Professora Miriam foi eleita num processo de lisura e de democracia plena e vinha sofrendo perseguição política desde o início do governo de Jair Bolsonaro. À ela nosso absoluto respeito e solidariedade. Ficaremos atentos”, disse o deputado em nota emitida nesta tarde.

A reitora anunciou que irá renunciar do cargo no 2 de março, após o feriado de carnaval. Com a decisão, o vice-reitor Evandro Aparecido Soares da Silva deve assumir a função.

No anúncio feito por meio de um ofício enviado ao presidente da Associação Nacional do Dirigentes das Intuições Federais de Ensino Superior (ANDIFES), João Carlos Salles Pires da Silva, Myrian informa os motivos que a levaram a deixar o cargo.

"Por razões de cunho pessoal, comunico a minha renúncia ao Cargo de Reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a partir de 02 de março de 2020", disse.

Myrian esteve na gestão durante uma das maiores crises financeiras da Universidade. A energia elétrica chegou a ser cortada por falta de pagamento em julho do ano passado, nos cinco campi que compõem a Universidade (Cuiabá, Várzea Grande, Araguaia, Rondonópolis e Sinop), além da Base de Pesquisa do Pantanal e Casa do Estudante.

Ao todo, seis contas deveriam ser pagas para a Concessionária Energisa. O valor aproximado da dívida era de aproximadamente R$ 4,5 milhões. Na época, a dívida da Universidade chegava a R$ R$ 1,8 bilhão.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, após tomar conhecimento do desligamento de energia elétrica, anunciou que iria tomar as medidas cabíveis tanto administrativas como judiciais para a responsabilização dos envolvidos pela má gestão na unidade.

No mês de julho do ano passado o deputado federal José Medeiros (Pode) enviou um ofício ao Ministério da Educação (MEC) pedindo uma auditoria na UFMT e o afastamento imediato de Myriam até que as investigações estejam concluídas.
 

22 comentários

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  • Júnior de rosário oeste
    22 Fev 2020 às 11:01

    Em primeiro lugar quem é o deputado Barranco na fila do pão? Mais uma casa do PT caiu , incompetência mudou de nome? MA gestão fraudulenta também? Já vai tarde, em MT o PT não se cria mais.

  • Tico Tico na Sala
    22 Fev 2020 às 08:59

    Pediu para sair pq é "INCOMPETENTA"....Tchau

  • Eloi Wanderley da Silva
    22 Fev 2020 às 08:06

    Para com isso Barranco, primeiro vcs dizem que toda, eu disse toda a cúpula do PT é inocente e agora procura um culpado pra incomPeTência dessa reitora, aliás gente incomPeTente tem que ser banido da política e da vida pública em geral.

  • Jose
    22 Fev 2020 às 08:03

    Este e mais um Parasita na AL nunca fez nada pelo Estado e so bom de labia para enganar seus eleitores

  • Paolo
    22 Fev 2020 às 08:02

    KKKKKKKKK fracassados sempre tem que colocar a culpa em alguém.

  • marcos
    22 Fev 2020 às 07:36

    Vetado por conter expressões ofensivas e/ou impróprias, denúncias sem provas e/ou de cunho pessoal ou por atingir a imagem de terceiros. Queira por favor refazer seu comentário e reenviá-lo.

  • Renato
    22 Fev 2020 às 06:31

    Reitora infelizmente sempre pregou o viés ideológico da esquerda, acabada se tornando uma doença nas Universidades públicas.. a teta murchou a reitora abriu a boca no choro! O choro é livre

  • Gildo
    22 Fev 2020 às 01:46

    Mais uma do Bolsonaro, kkkk Essa cidadão poderia ter ficado de boca calado né!!!

  • Concursado
    22 Fev 2020 às 01:03

    Vetado por conter expressões ofensivas e/ou impróprias, denúncias sem provas e/ou de cunho pessoal ou por atingir a imagem de terceiros. Queira por favor refazer seu comentário e reenviá-lo.

  • San
    21 Fev 2020 às 23:49

    Menos uma PTralha na UFMT

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