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Queria monarquia

Em Cuiabá, Damares brinca que queria ser rainha do Brasil, mas que não tem pretensão de se candidatar em 2022

18 Set 2021 - 16:40

Da Redação - José Lucas Salvani/Do Local - Isabela Mercuri

Foto: Reprodução - Olhar Direto

Em Cuiabá, Damares brinca que queria ser rainha do Brasil, mas que não tem pretensão de se candidatar em 2022
Em sua passagem por Cuiabá neste sábado (18), a Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos Damares Alves brincou que queria ser rainha do Brasil, ao ser questionada sobre alguma pretensão de se candidatar em 2022 ao Senado. Segundo a Ministra, “é muito pouco” cargos como governadora ou senadora.

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"Meu sonho era ser rainha. Como não temos monarquia no Brasil, acho que ser governadora e deputada é muito pouco. Se tivesse uma monarquia, eu arranjaria um rei ou príncipe para casar. Como não tem, não sou candidata a nada. Quero ficar nos bastidores cuidando das crianças e mulheres, ajudando o governo a não deixar ninguém para trás", pontuou a Ministra.

Na tarde deste sábado, ela participou do lançamento da pedra fundamental da Casa Mulher Brasileira em Cuiabá, com o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), que será construída no bairro Alvorada. Na ocasião, a Ministra explicou que a casa é um equipamento político, amparado para atender qualquer tipo de mulher vítima de violência doméstica.

“Aqui é um equipamento. Não é só uma casa. É uma política pública de proteção à mulher. Nesse espaço, toda rede de proteção vai ter uma representação. A mulher pode chegar na delegacia da mulher, como pode vir para cá também. Aqui é uma porta de entrada para a rede de proteção. Nesse espaço estará a polícia, defensor público, vara de violência contra mulher, profissionais da área psicossocial", explica.

Damares assegura que na Casa Mulher Brasileira a vítima poderá permanecer por até dois dias enquanto aguarda a Justiça tomar atitudes quanto ao seu caso de violência doméstica. A mulher poderá procurar pelo espaço inclusive com filhos e animais de estimação.

“Nesse espaço ela poderá ficar um ou dois dias abrigada até a Justiça decidir o que fazer com ela, se vai para um abrigo definitivo ou faz uma medida protetiva para retirar o agressor de casa. Tem um detalhe: ela pode vir com a criança, cachorrinho ou gatinho dela para cá. Nós também vamos lembrar dos pets porque há situações que tiramos as mulheres de casa, deixa o animal e o agressor o machuca”.
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