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Conselheiro diz que atendimentos no São Benedito estão pela metade por falta de pagamento e de equipe

08 Fev 2024 - 10:11

Da redação - Rafael Machado/ Do local - Max Aguiar

Foto: Max Aguiar/Olhar Direto

Conselheiro diz que atendimentos no São Benedito estão pela metade por falta de pagamento e de equipe
Após uma vistoria no Hospital São Benedito, na manhã desta quinta-feira (8), o conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), Guilherme Maluf, destacou que os serviços prestados pela unidade estão ocorrendo de forma parcial.


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Uma equipe do TCE esteve no hospital para verificar o andamento dos atendimentos depois que a Saúde Pública de Cuiabá voltou para administração da equipe do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), com o fim da intervenção estadual.

No final da fiscalização, o conselheiro comentou que falta recursos e equipes, o que resulta em um atendimento precário aos pacientes.

“Está em parcial funcionamento. O que está faltando? Está faltando as equipes, está faltando recursos, então nós precisamos focar no atendimento pleno do hospital São Benedito. E se for inviável ou que outras unidades façam o atendimento, saúde você não pode fazer pela metade. Eu sinto que aqui nós não estamos tendo um atendimento pleno”, disse em entrevista à imprensa nesta quinta-feira (8).

Maluf relatou que os atendimentos na área de cardiologia estão paralisados devido à falta de pagamento a fornecedores. Além disso, foi observado que outros procedimentos, que eram realizados no hospital, foram levados para outras unidades.

“Óbvio que tem algumas soluções que estão travadas, como a questão da cardiologia, que é um dos focos que nós vamos tentar destravar a questão da cardiologia do hospital. A neurologia e a ortopedia foram tiradas daqui e foram levadas para outra instituição. Então, essa questão da regulação é um dos focos que nós entendemos hoje que tem que ser revista”, destacou.

O conselheiro comentou que o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que estabelece uma série de medidas que devem ser adotadas pelo município com o fim da intervenção, pode ser flexibilizado em casos em que a prefeitura demonstra que não têm recursos para execução.

“Estamos abertos à flexibilização e não estamos aqui para defender a prefeitura ou o Estado, estamos para defender a saúde de todos”, ressaltou.
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