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Sábado, 25 de maio de 2024

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Fávaro afirma que agronegócio não aderiu manifestação pró-Bolsonaro na Paulista: ‘estavam no campo trabalhando’

Foto: Guilherme Martimon/MAPA

Fávaro afirma que agronegócio não aderiu manifestação pró-Bolsonaro na Paulista: ‘estavam no campo trabalhando’
O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), afirmou que o ato realizado em São Paulo neste domingo (25), não teve a adesão do agronegócio, apesar de ter reunido milhares de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). De acordo com o gestor, o setor está trabalhando e já reduziu sua rejeição ao governo do presidente Lula (PT).


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“Não vi adesão nenhuma, acho que está todo mundo trabalhando, colhendo. É período de colheita, estava todo mundo na roça, não vi ninguém preocupado com esse tipo de manifestação”, afirmou, em conversa com a imprensa ao deixar o gabinete de Lula, em Brasília.

De acordo com Fávaro os produtores rurais compreenderam que a retórica bolsonarista disseminada no período eleitoral não se comprovou neste primeiro ano do governo Lula. Segundo o ministro, o setor chegou a acreditar que o petista seria um risco para o agronegócio, taxando exportações e levando insegurança jurídica para o campo.

“O fato é que já vem um ano de governo, com o maior plano safra da história, abertura de mercados batendo recordes de todos os tempos - 78 novos mercados abertos em 2023. Se está abrindo mercado, tem plano safra, linha de crédito, segurança jurídica, PAC acontecendo, as pessoas retomam a consciência”, declarou.

Fávaro ainda destacou pesquisa encomendada pela Comunicação do governo federal, na qual mostra crescimento da popularidade de Lula, principalmente em Mato Grosso. “Foi o estado onde em janeiro teve o maior crescimento da popularidade do presidente Lula; além da diminuição da rejeição. Cresceu 15% a popularidade e diminuiu 6% a rejeição. Então, nada resiste ao trabalho, transparência e dedicação do presidente Lula com o agronegócio. Animosidades são coisas do passado”.

Pediu anistia aos golpistas

Jair Bolsonaro (PL) esteve em uma manifestação que ele mesmo convocou neste domingo (25), na Avenida Paulista, em São Paulo. Segundo Secretaria de Segurança Pública (SSP), cerca de 750 mil pessoas compareceram ao local. Já uma projeção feita pela Universidade de São Paulo (USP), estimou que 185 mil estariam presentes.

Em seu discurso, Bolsonaro falou sobre “pacificação” e passar “uma borracha no passado”. “O que eu busco é a pacificação, é passar uma borracha no passado. É buscar uma maneira de nós vivermos em paz, não continuarmos sobressaltados”, disse.

Na sequência, ele pediu ao Congresso Nacional que um projeto de lei fosse feito para anistiar os presos pelos atos antidemocráticos do 8 de janeiro, que atacaram a Sede dos Três Poderes, em Brasília. Bolsonaro os chamou de “pobres coitados”.
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